terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Inovação no mercado de moda: marketplace oferece serviço de aluguel de roupas



Casamento, formatura, festas de quinze anos ou eventos especiais. Esses tipos de comemorações pedem um visual mais sofisticado. Mas escolher a roupa ideal para cada um pode se tornar uma tarefa difícil. Além de demandar tempo, é preciso que o traje se ajuste a tamanhos, gostos e necessidades diferentes.







Outra questão é: alugar ou comprar? Como, geralmente, esse tipo de roupa é mais caro e as oportunidades para usá-las não são tão recorrentes, o aluguel pode ser uma opção mais econômica para quem quer arrasar no look, mas não tem orçamento para gastar muito.


Como escolher o vestido ideal sem drama


Brilho, renda, bordado, decote, cor, tamanho. São muitos detalhes. Escolher o vestido perfeito pode ser complicado. Aliando seu gosto pessoal com a falta de tempo, a tarefa pode se tornar um problemão! Pensando em facilitar a vida das moças que não podem e não gostam de “maratonar” de loja em loja para encontrar o vestido ideal, surgiu o marketplace Que roupa eu vou.


O site !link Que roupa eu vou http://www.queroupaeuvou.com.br reúne diversos estoques de lojas de locação. Além de não precisar sair de casa para encontrar o look certo, ainda é possível definir alguns filtros, como ocasião (debutante, casamento, madrinha, formatura e convidadas), cor, tamanho e preço. O objetivo é agilizar e contribuir para simplificar ainda mais a busca do cliente.


O sócio da Que roupa eu vou, Ivan Anastácio, revela que a ideia surgiu da necessidade do mercado em oferecer produtos online. “Atualmente, as pessoas não têm muito tempo para nada. A gente paga conta pelo celular, faz compras de mercado online e até compras de roupas, porque não alugar vestidos para ocasiões especiais?”, diz.


Outra vantagem do site é a variedade. “Às vezes, quando as mulheres vão à loja procurar o vestido, acontece de ter algum detalhe que ela não goste ou, ainda, da cor não agradar. Por isso, o site proporciona a busca bem personalizada. Ela seleciona o filtro e nós indicamos apenas modelos de acordo com o que ela procura”, conta Clebson Ribeiro diretor de marketing da Que roupa eu vou.


Vendas Online


As tendências de mercado apontam que o aluguel online de roupas deve seguir o cenário do e-commerce no Brasil, um mercado em alta.


Mesmo com o cenário econômico ainda abalado, os números são positivos quando o assunto é venda online. Recentemente, o Webshoppers, relatório mais respeitado sobre e-commerce, divulgou uma pesquisa sobre os números do primeiro semestre de 2017 que apontam um aumento nominal de 7,5% comparado ao mesmo período do ano passado. O número de pedidos passou de 48,5 milhões para 50,3 milhões. Ainda de acordo com o mesmo relatório, uma das principais causas para o crescimento do número de pedidos foi a baixa dos preços online.


Outro número bem expressivo para o e-commerce é o de compras realizadas via smartphones e dispositivos móveis. O crescimento registrado foi de 35,9%.


Marketplace


Marketplace é um novo modelo de negócios colaborativos. É uma loja virtual que reúne vários lojistas.


A Que roupa eu vou, pioneira no ramo de locação de roupas online, é um exemplo dessa nova forma de comércio virtual. Esse tipo de site ou aplicativo compreende uma grande variedade de lojas de um mesmo segmento. “Somos o primeiro site brasileiro a cadastrar as lojas de locação de vestidos de festa, encurtando distâncias e facilitando a vida de nossas consumidoras”, diz Ivan .


A vantagem dos marketplaces são inúmeras, tanto para o cliente como para o vendedor. Para o consumidor, a navegação é contínua. Sem precisar entrar em vários sites em busca de um mesmo produto. Além da grande variedade de produtos, outro ponto positivo são as opções de filtros e a facilidade para comparar preços.


Para o lojista é o aumento das vendas, afinal, seus produtos ganham uma visibilidade maior!


Mais informações


Após encontrar o vestido ideal por meio dos filtros oferecidos, inclusive o de data pretendida para aluguel da roupa, faça o seu cadastro e receba o contato do lojista.


O vestido fica disponível para prova e ajustes necessários assim que for solicitado. A finalização do processo de locação e a forma de pagamento é efetuada diretamente com a loja escolhida, seguindo com as regras de cada uma.


Acesse o site: http://www.queroupaeuvou.com.br/

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Origem da construção "Favor fazer..."

Tecnicamente seria incorreto a simples construção "Favor fazer isso", "Favor enviar esta mensagem" ou qualquer outra variação do gênero. Entretanto, tais frases são usadas e aceitas. Entendo que a origem seria o encurtamento da construção "É favor fazer isso" ou "É favor enviar esta mensagem", no sentido de que "Fazer isso é um favor que você me faz" ou "Enviar esta mensagem é um favor que você me faz". Outra maneira de dizer o mesmo seria "Por favor, faça isso" ou "Por favor, envie esta mensagem". Assim! "Favor fazer" é a preguiça de escrever por favor ???
Partes to texto retirado do post de R.SCHULTZ

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Ansiedade

A ansiedade é um sentimento de apreensão desagradável, vago, acompanhado de sensações físicas como vazio (ou frio) no estômago (ou na espinha), opressão no peito, palpitações, transpiração, dor de cabeça, ou falta de ar, dentre várias outras.
A ansiedade é um sinal de alerta, que adverte sobre perigos iminentes e capacita o indivíduo a tomar medidas para enfrentar ameaças. O medo é a resposta a uma ameaça conhecida, definida; ansiedade é uma resposta a uma ameaça desconhecida, vaga.

A ansiedade prepara o indivíduo para lidar com situações potencialmente danosas, como punições ou privações, ou qualquer ameaça a unidade ou integridade pessoal, tanto física como moral. Desta forma, a ansiedade prepara o organismo a tomar as medidas necessárias para impedir a concretização desses possíveis prejuízos, ou pelo menos diminuir suas conseqüências. Portanto a ansiedade é uma reação natural e necessária para a auto-preservação. Não é um estado normal, mas é uma reação normal, assim como a febre não é um estado normal, mas uma reação normal a uma infecção. As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais e auto-limitadas. Os estados de ansiedade anormais, que constituem síndromes de ansiedade são patológicas e requerem tratamento específico. Os animais também experimentam ansiedade. Neles a ansiedade prepara para fuga ou para a luta, pois estes são os meios de se preservarem.
A ansiedade é normal para o bebê que se sente ameaçado se for separado de sua mãe, para a criança que se sente desprotegida e desamparada longe de seus pais, para o adolescente no primeiro encontro com sua pretendente, para o adulto quando contempla a velhice e a morte, e para qualquer pessoa que enfrente uma doença. A tensão oriunda do estado de ansiedade pode gerar comportamento agressivo sem com isso se tratar de uma ansiedade patológica. A ansiedade é um acompanhamento normal do crescimento, da mudança, de experiência de algo novo e nunca tentado, e do encontro da nossa própria identidade e do significado da vida. A ansiedade patológica, por outro lado caracteriza-se pela excessiva intensidade e prolongada duração proporcionalmente à situação precipitante. Ao invés de contribuir com o enfrentamento do objeto de origem da ansiedade, atrapalha, dificulta ou impossibilita a adaptação.

Em resumo não sou ansioso tenho foco no momento presente,isso é
 o maior antidoto para ansiedade. 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Tablet 'transformer' da Lenovo vai rodar Android e Windows 7

Aparelho touch se acopla a base com teclado e processador especial.
Modelo chega pelo equivalente a R$ 2,2 mil na China ainda no 1º trimestre.
Leopoldo Godoy
Do G1,


A Lenovo mostrou nesta terça-feira (4) seu novo tablet, o LePad. O aparelho com tela de 10,1 polegadas será lançado para o mercado chinês ainda no primeiro trimestre, vai rodar sistema operacional Android, do Google, mas poderá também, ao se acoplar a uma base, se transformar em um notebook com Windows 7.
O aparelho híbrido, que havia sido apresentado ainda como protótipo no início de 2010, é equipado com processador Snapdragon de 1,3 GHz, 1 GB de memória RAM e 32 GB para armazenamento de dados. É o suficiente para executar aplicativos Android, projetados para telefones celulares e usado em tablets como o Galaxy Tab.
Para executar programas em Windows 7, o LePad precisa de ajuda. O usuário precisa, então, acoplá-lo à base, batizada de U1. Por fora, trata-se de um suporte com teclado, um complemento que faz do LePad um pequeno notebook. Por dentro, no entanto, um processador Intel de baixa voltagem adiciona mais poder ao conjunto, o suficiente para carregar o sistema operacional da Microsoft.
Diferentemente do iPad, o LePad pode ser operado não apenas diretamente com o toque dos dedos, mas também com uma caneta específica. A tela é capaz inclusive de perceber diferentes pressões exercidas pela ponta da caneta, característica útil, por exemplo, em programas de desenho.
O conceito parece interessante, embora o preço inicial possa ser desanimador. Pelo conjunto do LePad e da base U1, o consumidor chinês vai pagar o valor cabalístico de 8.888 iuans, o equivalente a cerca de US$ 1,3 mil ou R$ 2,2 mil. Avulso, o LePad custará 3.499 iuans, ou R$ 880. Não há previsão de preço nem data de lançamento para os mercados americano e brasileiro.

Modelo pode ser operado com os dedos ou com caneta. (Foto: Leopoldo Godoy / G1)

Escultura de arte reciclado por Helmut Smits

Helmut Smits é um artista visual multidisciplinar com sede na Holanda. Embalagens de todo tipo parece fasciná-lo, pelo menos o suficiente para servir como componentes para a sua esculturas e instalações de arte moderna . Eu gosto da idéia de fazer uso de latas usadas, latas ou garrafas de forma criativa.



quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Cidade Vazia


Hoje o centro de Curitiba  esta vazio , mesmo com o clima que nos contempla com as quatro estações em 24 horas os curitibanos vão passar o natal nas praias e no interior .Então vamos para mais um dia de labuta sempre acompanhado do kit especial para para cwb (mochila com guarda-chuva e blusa ).

Praia ao Vivo

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Miluira: um retro, open-topped electric car

Montadora japonesa Takayanagi Co. criou este steam-punk carro elétrico chamado Miluira. É um veículo com emissão zero de carbono e 90% composta de componentes feitos no Japão.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Update me Tshirt

Ah, finalmente! Agora podemos deixar o resto do mundo sabe exatamente como estamos nos sentindo, mesmo quando não temos um iPhone, IPAD, laptop ou Crackberry na mão. A status update t shirt vem com um marcador lavável Crayola  para escrever mensagens e é a prova de novo que você pode encontrar qualquer coisa nestes dias na Etsy.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

filme 'A rede social' traça retrato crítico da juventude 2.0

  Os atores Jesse Eisenberg (sentado) e Joseph Mazzello durante cena do filme 'A rede social'. Longa-metragem estreia no Brasil no dia 3 de dezembro (Foto: Divulgação)


Os atores Jesse Eisenberg  (sentado) e Joseph Mazzello durante cena do filme 'A rede social' 
Os atores Jesse Eisenberg (sentado) e Joseph Mazzello durante cena do filme 'A rede social'. Longa-metragem estreia no Brasil no dia 3 de dezembro (Foto: Divulgação)
Gustavo Miller Do G1, em São Paulo
Um garoto genial e tímido, mas mimado, revoltado, vingativo, ganancioso, trapaceiro, arrogante e que passa o dia de chinelo de avô e moletom. Em 140 caracteres, essa é uma descrição que se pode fazer de Mark Zuckerberg, tendo-se apenas como base “A rede social”, filme de David Fincher que encerra a 34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo nesta quinta-feira (4).
O longa, que só estreia no Brasil em 3 de dezembro, é vendido como a história do Facebook, maior rede social do planeta com mais de 500 milhões de usuários. Mas a primeira coisa a se saber sobre ele é que se trata de um filme sobre Zuckerberg, um prodígio da computação que se tornou bilionário aos 23 anos, cuja história serve para Fincher traçar um crítico retrato da juventude 2.0., desregrada e ensimesmada.
Copia e cola
“A rede social” tem como pano de fundo a Universidade de Harvard do ano 2003. Zuckerberg (Jesse Eisemberg) é um jovem estudante que acaba de ser largado pela namorada. Para se vingar, ele se torna um blogueiro sociopata que destrói a reputação dela e, em seguida, cria ao lado do programador brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield) um aplicativo batizado de Facemash, cujo mote é ranquear e criar uma disputa de beleza entre as universitárias.

saiba mais
A invenção o torna popular pela primeira vez. Três amigos geeks o convidam então para ajudar a pôr no ar um projeto pessoal deles: uma rede social universitária, de nicho, em que os cadastrados poderão se relacionar sabendo exatamente quem é a pessoa por trás da tela do monitor.
Enquanto eles investem no site, Zuckerberg se tranca em seu quarto e, num belo copia e cola, pega os elementos dos colegas e os aprimora para aquilo que se tornaria o seu “The Facebook”, um hit instantâneo em Harvard e em outras faculdades americanas e europeias.
Thriller nerd
Ter acesso aos bastidores da criação de uma rede social virtual não parece nada atraente, tudo bem, mas é aqui que entra o olhar de Fincher. A narrativa não é linear e mescla cenas do passado com presente, como Zuckerberg programando e se defendendo no tribunal universitário de seus ex-colegas que lutam pelo crédito a que têm direito.
Essas cenas de disputa são tensas e servem para apresentar uma bela geração de novos atores que vêm por aí. Eisemberg tem uma quietude arrogante: ele não sorri nem altera o tom de voz e criou um irritante trejeito de falar atropelando as palavras. Garfield, que em breve será o novo Homem-Aranha, destaca-se pela carga dramática que emprega ao seu personagem, o melhor amigo de Zuckerberg que leva uma rasteira daquelas.
Armie Hammer, que faz os gêmeos Winklevoss, está tão bem que nem parece um mesmo ator em dois papéis. Já Justin Timberlake também está ótimo na pele do escroque Sean Parker, cocriador do Napster e um dos primeiros a enxergar um potencial de negócios no Facebook.
“A rede social” é um filme atual não por ser apenas do Facebook mas por abordar questões pertinentes como o bullying virtual ou a falsa sensação de poder que a internet pode criar. Isso sem falar na questão dos direitos autorais em tempos de web colaborativa e até mesmo na crise da indústria fonográfica.
Fora isso, a edição alucinante e claustrofóbica de Fincher, pontuada com os ótimos diálogos do roteiro de Aaron Sorkin (da série “The west wing”) e a nervosa trilha sonora de Trent Reznor (do Nine Inch Nails), fazem do filme um thriller dos bons. Um thriller nerd dos bons.
34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo
"A rede social"
Quando: 4 de novembro, às 20h
Onde: Cinemateca (Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino; tel.: 3512-6111)

Americana terá que pagar US$ 1,5 milhão por compartilhar músicas


Jammie Thomas-Rasset terá que pagar as gravadoras dos EUA 
Jammie terá que pagar US$ 1,5 milhão
às gravadoras. (Foto: Reprodução)
Uma americana do estado de Minnesota foi condenada por um tribunal federal na quarta-feira (3) a pagar US$ 1,5 milhão por ter causado danos a gravadoras dos Estados Unidos ao compartilhar 24 músicas na internet.
Segundo o jornal “Star Tribune”, um júri de Minnesota pediu a Jammie Thomas-Rasset para pagar US$ 62,5 mil por música. Jammie compartilhou os arquivos pelo programa Kazaa. O caso de violação de direitos autorais na internet foi o primeiro a ir a julgamento nos EUA.
As gravadoras prejudicadas entraram com uma ação contra Jammie em abril de 2006. Antes desta decisão final, o caso foi a julgamento duas vezes, em outubro de 2007 e em junho de 2009.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Google pagará hackers que acharem falhas de segurança em seus sites

Projeto inclui as páginas do Youtube, Blogger, Orkut e Google.
Antes, recompensas eram pagas apenas para erros no navegador Chrome.


Do G1, em São Paulo
GoogleGoogle (Foto: Reuters)
O Google está oferecendo aos pesquisadores na internet o pagamento de recompensa aos que encontrarem vulnerabilidades na página de buscas do Google, YouTube, Blogger e Orkut. O valor pago dependerá da falha localizada, e varia entre US$ 500 a US$ 3,1 mil.
Há quase um ano, o Google lançou o programa de recompensa para o navegador Chrome. Desde janeiro, a companhia já pagou cerca de 50 recompensas por erros de segurança no browser.
Segundo a empresa, o objetivo do programa é que as vulnerabilidades sejam encontradas antes que elas se espalhem pela internet. Os pesquisadores que encontrarem algum erro devem reportar à empresa antes que ele se torne público.
O Android e aplicativos do Google Desktop, como o Picasa, não foram incluídos no projeto, mas a empresa anunciou que eles podem ser abrangidos no futuro.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O Futuro do E-commerce

O texto abaixo foi publicado no caderno de Negócios do Jornal O Estado de São Paulo de 18.10.10

Lembra quando as pessoas debatiam se o comércio eletrônico era pra valer? Como iria se revelar mais tarde, os varejistas que foram para a internet primeiro riram por último. Está acontecendo de novo, mas agora o dispositivo é pequeno o suficiente para caber no bolso. O comércio eletrônico via telefone celular, o mobile commerce, chegou como uma vingança e, ainda nesta estação, iPhone, Android e outros clientes do smartphone vão dar uma atenção especial aos sites comerciais que estão orientados a acomodá-los.
Se tiver qualquer dúvida, considere os números. A ABI Research, empresa americana de pesquisa, estima que as compras via celular mais do que triplicaram de 2008 pra 2009 nos Estados Unidos, alcançando US$ 1,2 bilhão, cerca de R$ 2 bilhões. A projeção da companhia é de que serão gastos US$ 119 bilhões no mundo até 2015 com compras feitas por celular.
A Juniper Research é ainda mais otimista, estimando que o valor total de pagamentos via celular vai quadruplicar de US$ 170 bilhões em 2010 para US$ 630 bilhões até 2014. No Brasil, segundo dados divulgados pelo Banco Central em 2009, no ano passado foram feitas 100 milhões de transações via celular, 250% a mais que em 2008.
Em outras palavras, o futuro do mobile commerce já está em bom caminho. Então o que podemos fazer para nos preparar? O primeiro e mais importante passo é criar um site adaptado para os telefones celulares que permita fazer compras por meio do aparelho. Sua meta é fazer a versão para mobile commerce do seu site tão convidativa e fácil de usar como o site normal, mas levando em conta as limitações dos dispositivos móveis.
Há pelo menos três caminhos para criar um mobile site. O mais simples é usar um utilitário de conversão na tentativa de criar uma versão para celular do site já existente; o caminho intermediário é usar várias ferramentas de construção de site que utilizem modelos para automatizar o processo (seu provedor pode oferecer uma, ou as duas alternativas gratuitamente); e a maneira mais completa é contratar um experiente web designer na área de desenvolvimento de mobile sites.
A maior diferença entre os smartphones e o computador é o tamanho da tela. O visor do iPhone 4 na diagonal mede só 3,5 polegadas. O novo Motorola Droid X, conhecido pelo grande tamanho da tela, mede 4,3 polegadas. Cada polegada quadrada é significante, razão pela qual o layout limpo e a navegação fácil são fundamentais.
Isto é importante especialmente na home page do celular, que deve ser um conjunto claro de links para o resto do seu site de compras. Algumas das melhores home pages dos mobile sites parecem uma tabela de conteúdos, com imagens, além do logo da empresa mantido em um tamanho mínimo.
Navegação simples. Outra dica importante é: use fontes grandes. Isso parece contraditório quando o tamanho da tela é tão escasso, mas seus clientes podem estar olhando para o seu site em um trem ou no meio da multidão, e eles costumam estar segurando o dispositivo. Mesmo numa mão firme, o smartphone não cairá bem com uma fonte 6. A navegação do site também deve ser mais simples; visitantes de um mobile site têm chance maior de ficar desorientados. Não apresente muitas sub-páginas e sempre dê aos clientes a opção clara de voltar à home page.
Siga os passos certos para fazer com que a experiência de efetuar o pagamento via celular seja boa. Pelo fato de as transações via celular serem normalmente realizadas em público, as pessoas se sentem menos seguras para usar o cartão de crédito e outras informações pessoais. Por isso a importância da integração de um serviço profissional de pagamento que garanta a privacidade e a segurança das informações financeiras.
Você pode, ainda, agregar poder ao seu mobile site linkando outros recursos móveis. Por exemplo, para dar indicações para a sua loja física, você pode linkar a versão móvel a um serviço de mapas como Google Maps ou MapQuest. Pode também tirar vantagens dos sites de networking de localização, como o Foursquare. Quando as pessoas fizerem “check in” na sua loja – contando aos seus amigos onde estão -, você poderá recompensá-las com descontos especiais.
Estas são algumas dicas para começar. Com tanta coisa pra preparar, esses pontos podem parecer uma tarefa impossível. Então pelo menos faça isso: agarre seu smartphone preferido e dê uma olhada nas “vitrines” dos sites de comércio eletrônico. Isso irá lhe dizer alguma coisa a respeito do estado da arte para compras via celular. Então visite seu próprio site. A comparação dará uma boa ideia do caminho a percorrer.

E-mail marketing: como utilizar a base de um parceiro?

A arte de se comunicar é um dos instrumentos mais valiosos no dia a dia. E sabemos que a base de dados é um dos maiores ativos de uma empresa e que, sem ela, os resultados de nossa comunicação seriam inexistentes, sejam em ações de prospecção ou de relacionamento.

O relacionamento é uma peça fundamental em meio a tanta competitividade no mundo corporativo, sendo considerado fator chave para grandes processos de mudanças entre parceiros. O poder de relacionar-se com companhias que possam complementar e, muitas vezes, ser até a base fundamental para maior vantagem competitiva e crescimento, definitivamente deve ser utilizado no cotidiano empresarial.

O assunto vem ganhando tanta atenção que hoje é pautado não apenas nas relações interpessoais, mas inserido em tecnologias que permitem automatizar ações de complementaridade entre as partes.

Nesse contexto, vamos abordar a prática dessas relações e parcerias no mundo online, mais especificamente tratando sobre o co-registration como possibilidade de utilizar a base de dados de uma empresa parceira de forma legal e transparente.

Imagine a seguinte situação: uma pessoa se cadastra em um site para receber informações sobre construção civil, pois ela tem o objetivo de construir ou reformar sua casa. Ao se cadastrar, ela tem a possibilidade de também receber e-mails com promoções e com lançamentos sobre acabamentos, enviados por empresas parceiras. Essa pessoa, logicamente, aceita, pois precisará adquirir produtos deste setor. O que acabou de acontecer com ela? Participou de um processo de co-registration.

O co-registration permite que informações sobre bases de destinatários sejam compartilhadas estruturadamente. Ou seja, esse processo só é permitido se o destinatário estiver ciente de que receberá e-mails de outras empresas, além da inicial para a qual se cadastrou.

Compartilhar dados confidenciais não significa, simplesmente, enviar aos parceiros de negócio a base dos contatos cadastrados que optaram por receber informações relacionadas aos seus interesses. Nem sair disparando campanhas de e-mail marketing de parceiros para a base inteira, sem nenhuma análise. É preciso esforço para filtrar os conteúdos da empresa parceira, aceitando apenas o que for relevante para a base. E, para saber se os conteúdos oferecidos serão relevantes ou não, é preciso estudar muito bem o perfil comportamental dos destinatários segmentados. As informações que os parceiros enviam devem agregar algo de bom às informações enviadas pela empresa.

Para a base de contatos é de extrema importância saber de onde vem o e-mail recebido. O Código de Autorregulamentação para a prática de e-mail marketing irá prever, entre outras condutas, a negociação correta entre a empresa que detém a base e seus parceiros. Se for uma divulgação de parceiro, é importante ter o nome da empresa responsável pela base e a explicação correta do porquê de esse e-mail ter chegado a sua caixa de entrada. Por exemplo, uma loja de colchões pode enviar e-mail para sua base oferecendo lençóis de diferentes marcas, porém, a mensagem deve ter uma saudação do emissor informando o motivo e/ou os benefícios desse e-mail. O remetente e a assinatura devem pertencer à loja de colchões, uma vez que ela é a detentora dos dados, além de não causar nenhum impacto ao destinatário que já está acostumado com sua assinatura.

A empresa que se dispõe a trabalhar com co-registration precisa alinhar o método de opt-out (descadastramento). Assim como o opt-in (cadastramento), o opt-out precisa ocorrer de forma clara, permitindo que o destinatário escolha por não receber e-mails da empresa, dos parceiros da empresa ou de ambos. Sabe-se muito bem que o destinatário tem o direito de solicitar o opt-out de qualquer comunicação que não seja de seu interesse. O que para muitas companhias ainda não se atentaram é que esse descadastramento poderá ser evitado se os conteúdos forem adequados ao perfil pessoal de seus contatos.

Com o Código de autorregulamentação, muitas empresas que prestam serviço com a venda ou com a locação de base de dados terão que mudar o rumo de seus negócios: o objetivo é atuarem como uma ponte entre várias empresas, criando essa parceria baseada em diversas análises, desde o perfil de contatos, as etapas da vida desse cadastro, até o teor das mensagens. Uma empresa que se proponha a fazer esse trabalho de maneira ética e com fortes chances de obtenção de resultados poderá ter contato com uma companhia de eletrônicos e com outra de móveis e, a partir desse conhecimento, propor uma campanha casando a venda de um televisor com uma poltrona, ou até mesmo de um "home theater" completo. Isso, sim, será um processo de co-registration de verdade.

Essa é a importância da tecnologia, aliada às boas práticas, para uma relação digital em prol da boa reputação das marcas. Considerando a relevância de uma base de dados trabalhada corretamente e o relacionamento online como essencial, por que não unir duas ferramentas fundamentais e aumentar as chances de ganhar vantagem competitiva? O alvo só vira mesmo seu público quando é respeitado.

Fonte: Imasters