A ansiedade é um sentimento de apreensão desagradável, vago, acompanhado de sensações físicas como vazio (ou frio) no estômago (ou na espinha), opressão no peito, palpitações, transpiração, dor de cabeça, ou falta de ar, dentre várias outras.
A ansiedade é um sinal de alerta, que adverte sobre perigos iminentes e capacita o indivíduo a tomar medidas para enfrentar ameaças. O medo é a resposta a uma ameaça conhecida, definida; ansiedade é uma resposta a uma ameaça desconhecida, vaga.
A ansiedade prepara o indivíduo para lidar com situações potencialmente danosas, como punições ou privações, ou qualquer ameaça a unidade ou integridade pessoal, tanto física como moral. Desta forma, a ansiedade prepara o organismo a tomar as medidas necessárias para impedir a concretização desses possíveis prejuízos, ou pelo menos diminuir suas conseqüências. Portanto a ansiedade é uma reação natural e necessária para a auto-preservação. Não é um estado normal, mas é uma reação normal, assim como a febre não é um estado normal, mas uma reação normal a uma infecção. As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais e auto-limitadas. Os estados de ansiedade anormais, que constituem síndromes de ansiedade são patológicas e requerem tratamento específico. Os animais também experimentam ansiedade. Neles a ansiedade prepara para fuga ou para a luta, pois estes são os meios de se preservarem.
A ansiedade é normal para o bebê que se sente ameaçado se for separado de sua mãe, para a criança que se sente desprotegida e desamparada longe de seus pais, para o adolescente no primeiro encontro com sua pretendente, para o adulto quando contempla a velhice e a morte, e para qualquer pessoa que enfrente uma doença. A tensão oriunda do estado de ansiedade pode gerar comportamento agressivo sem com isso se tratar de uma ansiedade patológica. A ansiedade é um acompanhamento normal do crescimento, da mudança, de experiência de algo novo e nunca tentado, e do encontro da nossa própria identidade e do significado da vida. A ansiedade patológica, por outro lado caracteriza-se pela excessiva intensidade e prolongada duração proporcionalmente à situação precipitante. Ao invés de contribuir com o enfrentamento do objeto de origem da ansiedade, atrapalha, dificulta ou impossibilita a adaptação.
Em resumo não sou ansioso tenho foco no momento presente,isso é
o maior antidoto para ansiedade.
La Mia Vita Virtuale
Música, Tecnologia e Opinião.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Tablet 'transformer' da Lenovo vai rodar Android e Windows 7
Aparelho touch se acopla a base com teclado e processador especial.
Modelo chega pelo equivalente a R$ 2,2 mil na China ainda no 1º trimestre.
Leopoldo Godoy
Do G1,
A Lenovo mostrou nesta terça-feira (4) seu novo tablet, o LePad. O aparelho com tela de 10,1 polegadas será lançado para o mercado chinês ainda no primeiro trimestre, vai rodar sistema operacional Android, do Google, mas poderá também, ao se acoplar a uma base, se transformar em um notebook com Windows 7.
O aparelho híbrido, que havia sido apresentado ainda como protótipo no início de 2010, é equipado com processador Snapdragon de 1,3 GHz, 1 GB de memória RAM e 32 GB para armazenamento de dados. É o suficiente para executar aplicativos Android, projetados para telefones celulares e usado em tablets como o Galaxy Tab.
Para executar programas em Windows 7, o LePad precisa de ajuda. O usuário precisa, então, acoplá-lo à base, batizada de U1. Por fora, trata-se de um suporte com teclado, um complemento que faz do LePad um pequeno notebook. Por dentro, no entanto, um processador Intel de baixa voltagem adiciona mais poder ao conjunto, o suficiente para carregar o sistema operacional da Microsoft.
Diferentemente do iPad, o LePad pode ser operado não apenas diretamente com o toque dos dedos, mas também com uma caneta específica. A tela é capaz inclusive de perceber diferentes pressões exercidas pela ponta da caneta, característica útil, por exemplo, em programas de desenho.
O conceito parece interessante, embora o preço inicial possa ser desanimador. Pelo conjunto do LePad e da base U1, o consumidor chinês vai pagar o valor cabalístico de 8.888 iuans, o equivalente a cerca de US$ 1,3 mil ou R$ 2,2 mil. Avulso, o LePad custará 3.499 iuans, ou R$ 880. Não há previsão de preço nem data de lançamento para os mercados americano e brasileiro.
Modelo pode ser operado com os dedos ou com caneta. (Foto: Leopoldo Godoy / G1)
Modelo chega pelo equivalente a R$ 2,2 mil na China ainda no 1º trimestre.
Leopoldo Godoy
Do G1,
A Lenovo mostrou nesta terça-feira (4) seu novo tablet, o LePad. O aparelho com tela de 10,1 polegadas será lançado para o mercado chinês ainda no primeiro trimestre, vai rodar sistema operacional Android, do Google, mas poderá também, ao se acoplar a uma base, se transformar em um notebook com Windows 7.
O aparelho híbrido, que havia sido apresentado ainda como protótipo no início de 2010, é equipado com processador Snapdragon de 1,3 GHz, 1 GB de memória RAM e 32 GB para armazenamento de dados. É o suficiente para executar aplicativos Android, projetados para telefones celulares e usado em tablets como o Galaxy Tab.
Para executar programas em Windows 7, o LePad precisa de ajuda. O usuário precisa, então, acoplá-lo à base, batizada de U1. Por fora, trata-se de um suporte com teclado, um complemento que faz do LePad um pequeno notebook. Por dentro, no entanto, um processador Intel de baixa voltagem adiciona mais poder ao conjunto, o suficiente para carregar o sistema operacional da Microsoft.
Diferentemente do iPad, o LePad pode ser operado não apenas diretamente com o toque dos dedos, mas também com uma caneta específica. A tela é capaz inclusive de perceber diferentes pressões exercidas pela ponta da caneta, característica útil, por exemplo, em programas de desenho.
O conceito parece interessante, embora o preço inicial possa ser desanimador. Pelo conjunto do LePad e da base U1, o consumidor chinês vai pagar o valor cabalístico de 8.888 iuans, o equivalente a cerca de US$ 1,3 mil ou R$ 2,2 mil. Avulso, o LePad custará 3.499 iuans, ou R$ 880. Não há previsão de preço nem data de lançamento para os mercados americano e brasileiro.
Modelo pode ser operado com os dedos ou com caneta. (Foto: Leopoldo Godoy / G1)
Escultura de arte reciclado por Helmut Smits
Helmut Smits é um artista visual multidisciplinar com sede na Holanda. Embalagens de todo tipo parece fasciná-lo, pelo menos o suficiente para servir como componentes para a sua esculturas e instalações de arte moderna . Eu gosto da idéia de fazer uso de latas usadas, latas ou garrafas de forma criativa.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Cidade Vazia
Hoje o centro de Curitiba esta vazio , mesmo com o clima que nos contempla com as quatro estações em 24 horas os curitibanos vão passar o natal nas praias e no interior .Então vamos para mais um dia de labuta sempre acompanhado do kit especial para para cwb (mochila com guarda-chuva e blusa ).
Praia ao Vivo
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Miluira: um retro, open-topped electric car
Montadora japonesa Takayanagi Co. criou este steam-punk carro elétrico chamado Miluira. É um veículo com emissão zero de carbono e 90% composta de componentes feitos no Japão.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Update me Tshirt
Ah, finalmente! Agora podemos deixar o resto do mundo sabe exatamente como estamos nos sentindo, mesmo quando não temos um iPhone, IPAD, laptop ou Crackberry na mão. A status update t shirt vem com um marcador lavável Crayola para escrever mensagens e é a prova de novo que você pode encontrar qualquer coisa nestes dias na Etsy.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
filme 'A rede social' traça retrato crítico da juventude 2.0
Os atores Jesse Eisenberg (sentado) e Joseph Mazzello durante cena do filme 'A rede social'. Longa-metragem estreia no Brasil no dia 3 de dezembro (Foto: Divulgação)
Os atores Jesse Eisenberg (sentado) e Joseph Mazzello durante cena do filme 'A rede social'. Longa-metragem estreia no Brasil no dia 3 de dezembro (Foto: Divulgação)
Gustavo Miller Do G1, em São Paulo
O longa, que só estreia no Brasil em 3 de dezembro, é vendido como a história do Facebook, maior rede social do planeta com mais de 500 milhões de usuários. Mas a primeira coisa a se saber sobre ele é que se trata de um filme sobre Zuckerberg, um prodígio da computação que se tornou bilionário aos 23 anos, cuja história serve para Fincher traçar um crítico retrato da juventude 2.0., desregrada e ensimesmada.
Copia e cola
“A rede social” tem como pano de fundo a Universidade de Harvard do ano 2003. Zuckerberg (Jesse Eisemberg) é um jovem estudante que acaba de ser largado pela namorada. Para se vingar, ele se torna um blogueiro sociopata que destrói a reputação dela e, em seguida, cria ao lado do programador brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield) um aplicativo batizado de Facemash, cujo mote é ranquear e criar uma disputa de beleza entre as universitárias.
saiba mais
A invenção o torna popular pela primeira vez. Três amigos geeks o convidam então para ajudar a pôr no ar um projeto pessoal deles: uma rede social universitária, de nicho, em que os cadastrados poderão se relacionar sabendo exatamente quem é a pessoa por trás da tela do monitor.Enquanto eles investem no site, Zuckerberg se tranca em seu quarto e, num belo copia e cola, pega os elementos dos colegas e os aprimora para aquilo que se tornaria o seu “The Facebook”, um hit instantâneo em Harvard e em outras faculdades americanas e europeias.
Thriller nerd
Ter acesso aos bastidores da criação de uma rede social virtual não parece nada atraente, tudo bem, mas é aqui que entra o olhar de Fincher. A narrativa não é linear e mescla cenas do passado com presente, como Zuckerberg programando e se defendendo no tribunal universitário de seus ex-colegas que lutam pelo crédito a que têm direito.
Essas cenas de disputa são tensas e servem para apresentar uma bela geração de novos atores que vêm por aí. Eisemberg tem uma quietude arrogante: ele não sorri nem altera o tom de voz e criou um irritante trejeito de falar atropelando as palavras. Garfield, que em breve será o novo Homem-Aranha, destaca-se pela carga dramática que emprega ao seu personagem, o melhor amigo de Zuckerberg que leva uma rasteira daquelas.
Armie Hammer, que faz os gêmeos Winklevoss, está tão bem que nem parece um mesmo ator em dois papéis. Já Justin Timberlake também está ótimo na pele do escroque Sean Parker, cocriador do Napster e um dos primeiros a enxergar um potencial de negócios no Facebook.
“A rede social” é um filme atual não por ser apenas do Facebook mas por abordar questões pertinentes como o bullying virtual ou a falsa sensação de poder que a internet pode criar. Isso sem falar na questão dos direitos autorais em tempos de web colaborativa e até mesmo na crise da indústria fonográfica.
Fora isso, a edição alucinante e claustrofóbica de Fincher, pontuada com os ótimos diálogos do roteiro de Aaron Sorkin (da série “The west wing”) e a nervosa trilha sonora de Trent Reznor (do Nine Inch Nails), fazem do filme um thriller dos bons. Um thriller nerd dos bons.
34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo
"A rede social"
Quando: 4 de novembro, às 20h
Onde: Cinemateca (Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino; tel.: 3512-6111)
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