quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Twitter suspende selo ´Verified Account´

Segundo equipe de suporte do site, novo sistema de certificação está sendo criado

O Twitter anuniciou na noite de terça-feira (28) que suspendeu o programa de certificação de perfis conhecido pelo selo azul "Verified Account". O recurso, criado em caráter de testes, tinha o objetivo de facilitar a identificação de contas verdadeiras de empresas ou personalidades famosas para minimizar a confusão por parte dos seguidores.

Tecnologia Segundo a equipe de suporte do site, a verificação de contas está sendo encerrada para "a construção de um sistema que será melhor para os usuários". Uma atualização do serviço deve ser anunciada em breve, mas, enquanto isso, não é mais possível solicitar o selo "Verified Account". Os perfis que já são certificados permanecem com a identificação.

Fonte:Exame

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Tira-dúvidas: leia e-mails de todas as contas usando apenas o Gmail

Serviço permite enviar e receber mensagens do Yahoo!, Hotmail e outros.
Deixe suas dúvidas e sugestões na área de comentários.

Se você tem diversas contas de e-mail, não precisa ficar abrindo várias caixas, lembrando de vários usuários e senhas para manter a leitura dos seus e-mails em dia. O Tira-Dúvidas vai ensinar, nesta e nas próximas colunas, como fazer isso com os principais serviços de e-mail gratuito disponíveis na rede, como Gmail, Yahoo! Mail e Hotmail.
A interface amigável do Gmail, a capacidade de armazenamento e o limite generoso de tamanho de arquivos anexados atrai milhões de usuários para a conta. Junto a isso, o Gmail agrega o serviço de bate-papo, inclusive por voz e vídeo, além de outras funcionalidades e praticidades que tornam o servidor atrativo.
Mas a ideia nesta coluna é explorar outra funcionalidade do serviço de e-mail do Google: o Gmail oferece aos seus usuários a possibilidade de adicionar contas de outros servidores, funcionando como um cliente de e-mail. A dica é útil para você simplificar o seu dia a dia ou se você gosta da interface do Gmail, mas não quer abrir mão do endereço de outro servidor. Ao enviar uma mensagem através do navegador, você pode escolher com qual nome de usuário enviar.
Além disso, também é possível configurar o Gmail para receber as mensagens enviadas para outra conta sua, como Yahoo!, Hotmail ou da empresa. As configurações são simples. Vamos ver como faz?
Aqui, vamos testar as configurações usando uma conta fictícia. De qualquer forma, você precisará ter uma conta ativa no Gmail.
Enviando mensagens com remetente de outro servidor
Entre na sua conta do Gmail e clique em “configurações”, localizado no canto superior direito da página.
Configurações da conta do Gmail.Configurações da conta do Gmail. (Foto: Reprodução)
Logo após, aparecerão várias opções. Clique em “contas e importação”.
Contas e importação. Contas e importação. (Foto: Reprodução)

Na página aparecem várias opções. Localize o submenu “Enviar e-mail como:” e clique no botão “Enviar e-mail de outro endereço”.
Envia e-mail de outro servidor.Envia e-mail de outro servidor. (Foto: Reprodução)
Ao clicar, aparecerá outra janela, em que você irá determinar o nome que deseja que apareça quando você utilizar este remetente para envio de e-mail. No campo abaixo, você irá digitar o endereço completo da conta a ser usada como remetente. É importante que você tenha certeza de que o endereço que irá digitar está correto. Feito isso, clique em “Próxima etapa”.
Próxima configuração.Próxima configuração. (Foto: Reprodução)
Uma nova tela irá aparecer, pedindo que você confirme os dados. Para prosseguir, o Gmail informa que é necessário confirmar se esta conta que você está adicionando é realmente sua. Clique em “Enviar Confirmação” e, então, será enviada uma mensagem para este endereço de e-mail, gerando um código.
E-mail de confirmação.E-mail de confirmação. (Foto: Reprodução)
Abra a conta de e-mail que você está adicionando como remetente no Gmail. Nesta conta, deverá ter recebido uma mensagem do Gmail Equipe com o pedido de confirmação. Na mensagem haverá um código secreto.
Enviando a confirmação.Enviando a confirmação. (Foto: Reprodução)
De volta às configurações de remetente no Gmail, digite o código de confirmação na janela que surgiu após você ter clicado em “Enviar confirmação” na etapa anterior. Agora, clique em “Confirmar” e pronto.
Digitando a confirmação.Digitando a confirmação. (Foto: Reprodução)
Ao enviar um e-mail pelo Gmail, na interface de redação da mensagem, você verá que a opção “De:” terá um menu com as contas configuradas no Gmail. Basta escolher qual destinatário deseja usar na mensagem, redigi-la e enviá-la ao seu contato normalmente.
Remetentes de e-mail.Remetentes de e-mail. (Foto: Reprodução)
Recebendo mensagem enviadas para outras contas no Gmail
Até aqui configuramos o Gmail apenas para enviar e-mail com outros remetentes. Para reunir no Gmail mensagens enviadas para outra conta, será necessário fazer uma outra configuração, que também é simples. Vamos a ela?
Novamente, entre na sua conta do Gmail e clique em “configurações”, localizado no canto superior direito da página.Configurações da conta do Gmail.Configurações da conta do Gmail. (Foto: Reprodução)
Logo após, aparecerão várias opções. Clique em “Encaminhamento e POP/IMAP”.
Conta Imap.Conta Imap. (Foto: Reprodução)
Na página, localize o submenu “Baixar pelo POP” e selecione a opção “Ativar POP para todos os e-mails”. Salve as alterações.
Ativar POP.Ativar POP. (Foto: Reprodução)
Agora, no menu superior, clique em “Contas e Importação”. Na página, que é a mesma do passo inicial desta dica, localize a opção “Verificar e-mail usando POP3:” e clique sobre o botão “Adicionar POP3 na conta de e-mail”.
Adicionando conta de e-mail.Adicionando conta de e-mail. (Foto: Reprodução)
Você deverá preencher o endereço completo da conta de e-mail cujas mensagens deseja importar para o Gmail. Feito isso, clique em “Próxima etapa”. A tela que aparece é a seguinte:
Adicionando conta.Adicionando conta. (Foto: Reprodução)
Agora, você deve preencher o nome de usuário completo de usuário e a senha da conta que será importada para o Gmail. Perceba que o Gmail já oferece algumas configurações de servidor POP e porta. Deixe-as sugestões como se apresentarem na sua configuração. Abaixo, existem caixas de seleção, com algumas opções a serem marcadas. Se você deseja que as mensagens sejam mantidas no servidor original, clique sobre a opção “Deixe uma cópia da mensagem recuperada no servidor”. Aconselhamos marcar também a opção “Usar sempre uma conexão segura (SSL) ao recuperar e-mail”. Marcando a terceira caixa de seleção, “Marcar as mensagens recebidas”, os e-mails que chegarem à sua caixa do Gmail serão marcados com uma etiqueta da conta que foi importada. Por último, aconselhamos a deixar a quarta caixa de seleção desmarcada, já que a ideia é que as mensagens sejam mescladas na caixa de entrada do Gmail. Finalmente, clique em “Adicionar Conta”. Feito isso, o Gmail irá importar as mensagens enviadas para outro servidor e você poderá ler todas em uma caixa apenas.
Observação: ao finalizar o procedimento, o Gmail irá perguntar se você deseja também usar o endereço importado como remetente. Você pode aceitar esta opção se estiver importando outra conta de e-mail, diferente da que mostramos no início desta dica. Caso seja a mesma conta, será indiferente, uma vez que já configuramos o Gmail para essa finalidade.

  Fonte G1

Australiano de 17 anos provoca caos no Twitter


@zzap encontrou falha na segurança que foi aproveitada por hackers
Um australiano de 17 anos reivindicou nesta quarta-feira (22) a autoria do caos provocado, sem querer, no Twitter na terça-feira, gerando problemas nas contas de milhares de pessoas, incluindo o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs. O microblog não confirmou que o adolescente tenha sido o responsável pelo "ataque".

Pearce Delphin, que tem uma conta no Twitter com o pseudônimo @zzap, reconheceu ter encontrado uma falha na segurança que foi aproveitada pelos hackers e espalhou o caos durante cinco horas na terça-feira (21).

Delphin, que mora em Melbourne com os pais, introduziu um código Javascript como texto normal em uma mensagem que desencadeava a abertura de sites apenas com o ato de passar o mouse sobre o texto, sem a necessidade de clicar nos tweets. Os hackers aproveitaram a ideia e usaram o código para redirecionar os usuários para páginas pornográficas ou criar tweets que eram repetidos a cada vez que eram lidos.

"Fiz isso apenas para ver se era possível fazer (...) para ver se o código Javascript podia ser utilizado em um tweet", contou o jovem. "Ao enviar meu tweet, nunca imaginei que isto poderia acabar assim", completou.

Milhares de contas foram afetadas, como a de Sarah Brown, esposa do ex-premier britânico Gordon Brown, que tem mais de um milhão de seguidores. O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, também foi afetado.

O Twitter pediu desculpas na terça-feira (21) aos milhões de usuários. Um dos diretores da equipe de segurança do microblog, Bob Lord, afirmou que os dados das contas pessoais não foram afetados.

Um funcionário que trabalha como programador  no Twitter já havia publicado, na internet, a solução para a falha que na manhã da terça-feira (21) impediu que milhares de usuários publicassem mensagens no site.

Ben Cherry, do Twitter, colocou na rede o código usado no serviço de microblog para o processamento de links. No dia 23 de agosto, Cherry fez uma atualização ao código, mostrando que uma falha havia sido corrigida, informando inclusive um exemplo de como ela poderia ser explorada. O funcionário do Twitter postou alguns códigos, entre eles o usado no processamento de links.



G1

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A Internet vai fazer diferença nesta eleição?

A Internet e eleições - Campanhas políticas 2010Quando Barack Obama decidiu utilizar a Internet como parte estratégica de sua campanha, ele sabia muito bem o que estava fazendo. Outros candidatos usaram a Internet em eleições anteriores sem resultados expressivos. Mas ele percebeu que havia chegado a hora, e a Internet tinha atingido tamanho suficiente para influenciar aquela eleição.
O que talvez Obama não pensou, é que mudaria a forma dos políticos em todo o mundo encararem a Internet. Sua campanha e seu sucesso fizeram com que políticos do mundo todo sonhassem com a possibilidade de usar a Internet em suas campanhas.
No Brasil, neste ano eleitoral, políticos, empresários e cidadãos se fazem a mesma pergunta: “A Internet vai fazer diferença nesta eleição?” Esta pergunta, que escuto frequentemente em meus seminários, esconde duas questões fundamentais: O desconhecimento sobre o uso da Internet no país, e a falta de informações sobre marketing digital. Por isso temos duas possíveis respostas.
A primeira resposta é: Sim, a Internet vai fazer diferença nesta eleição. No Brasil ela já atingiu a massa crítica necessária. Segundo pesquisa do Comitê Gestor de Internet, do total da população brasileira, mais de 90% da classe A, 80% da classe B, 52% da classe C, e impressionantes 20% das classes DE, usam a Internet. E segundo o Ibope, esses brasileiros passam três vezes mais tempo navegando do que assistindo televisão.
Mas se não bastassem estes números, saiba que 18% do eleitorado em 2010, tem entre 18 e 24 anos. Eles são a chamada geração Y, que nasceu com a Internet, e que teve na sua adolescência a inseparável companhia do YouTube, do MSN e do Orkut. Este eleitorado seguramente usará a Internet para se informar, debater e decidir seu voto.
A segunda resposta é: Depende, a Internet pode ou não fazer a diferença nesta eleição. Isso dependerá do planejamento, da equipe de campanha, e do uso do marketing digital. Para candidatos que acham suficiente ter um perfil no Orkut e pedir para um sobrinho ajudar na sua campanha na Internet, a rede de fato não fará nenhuma diferença. Talvez até atrapalhe.
No marketing político digital os resultados dependem de um sólido planejamento e de uma equipe treinada e eficiente. Não se trata de enviar milhares de e-mails com propaganda, criar um Twitter e colocar alguns vídeos no YouTube. Também não adianta usar a Internet como se usa a TV ou a propaganda convencional. O eleitor que está na Internet busca diálogo, debate e participação. Nela temos que buscar primeiro fãs que acreditem nas nossas propostas, e junto com eles desenvolver um trabalho baseado em informações e relacionamento.
Enfim, como digo em meus seminários: “Obama não ganhou as eleições por causa da Internet, mas não teria sido eleito sem ela”. Da mesma forma no Brasil nenhum candidato irá ganhar as eleições 2010 por causa da Internet, mas muitos vão perder por causa dela.
Obs.: Este meu artigo foi publicado originalmente na Revista da CNT

terça-feira, 21 de setembro de 2010

E-commerce: servir bem para servir sempre

Se você está pensando em entrar ou já entrou (com ou sem pensar) no e-commerce, espero que esteja entendendo a essência desse negócio para poder vencer.

Depois de muitos erros e acertos, estamos chegando à essência do e-commerce, que vai muito além do "vender pela internet".

E-commerce trata, principalmente, de prestação de serviços. Ao vender por uma loja virtual, você está vendendo essencialmente serviços de entrega e atendimento atrelados a um sonho de consumo, uma expectativa que ainda não se materializou.

Quando chega aquele momento em que um cliente precisa passar a mão no telefone para tirar uma dúvida ou quando ele recebe o tão esperado pacote com seu pedido, aí é que seu negócio, até então virtual, se materializou.

Quando seu e-commerce fica "vivinho da silva" na percepção do seu cliente, chegou a hora da verdade!

Aí, caro amigo e querida amiga, de nada valerá os muitos reais gastos em marketing, o layout bacana, as descrições bem sacadas, as fotos vendedoras... O que valerá é como o serviço será prestado.

Não à toa, o slogan da Zappos.com, a gigante dos calçados pela internet, é: "Powered by Service". Essa ideia está tão impregnada no coração deles, que o seu presidente diz: "Somos uma empresa de serviços que, por um acaso, vende calçados". Nada mal... Esse é o espírito.

Servir é melhor que ser servido, já dizia um grande mestre... No e-commerce, essa máxima é o que diferencia a loja virtual que vence, daquela que não sobreviverá pra contar história.

Vamos fazer como toda boa padaria já faz há anos: servir bem para servir sempre. E pão quentinho à toda hora...

Por: Rodrigo Maruxo Peres 

Começou a Guerra de Preços entre as Lojas virtuais!

A Guerra de preços entre as lojas virtuais começou mais cedo esse ano, e quem ganha é o consumidor.

As lojas virtuais tem assumido um lugar importante no comércio varejista Nacional e é capaz inclusive de derrubar a inflação.

Os preços dos produtos comercializados pela internet registraram inflação de 0,5% em setembro, segundo o índice e-Flation, que mede a variação de preços dos produtos vendidos pela rede mundial. Esse desempenho aponta queda de 0,3 ponto percentual na comparação com o mês de agosto, cujo índice foi de 0,8%.
De acordo com o indicador, elaborado pela escola de negócios da Fundação Instituto de Administração (FIA) em parceria com a consultoria Felisoni & Associados, divulgado nesta segunda-feira, 20, os produtos que registraram a maior queda foram os da categoria CDs e DVDs (4,6%), telefones e celulares (4,5%), brinquedos (2,1%), eletroeletrônicos (1,1%) e cine e foto (1,0%). Já os índices que apresentaram inflação foram: linha branca (0,4%), eletroportáteis (1,4%), perfumes e cosméticos (2,3%), medicamentos (3,5%), livros (3,6%) e informática (3,9%).

O e-Flation de setembro é avaliado a partir da segunda quinzena do mês anterior à primeira do mês em referência. Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são aqueles que, sendo os mais anunciados entre os sites mais procurados, resultam no que se chama de “campeões de vendas”.

Fonte: TI INSIDE

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Você existe online?

por Mariela Castro

Como a maioria das pessoas com acesso à internet, você certamente já teve curiosidade de digitar seu nome no Google para ver onde e como você é mencionado. Pode ter a satisfação de perceber que seu nome está em muitos lugares, com menções profissionais honrosas, ou pode descobrir que você praticamente não existe no mundo online – nas raras vezes em que é citado, é sempre em tópicos irrelevantes.
Como isso ocorre? Em primeiro lugar, o resultado no Google – qualquer que seja ele – é fruto unicamente do que você quis construir como sua imagem, como sua persona, termo da psicologia que se traduz como o jeito como desejo que os outros me percebam.
O segundo ponto é que você pode ampliar consistentemente sua presença online com ações simples focadas em personal branding.
Antes de mais nada, você precisa definir três ingredientes, que são as suas marcas pessoais:
1. Que apito você toca. Como você quer ser reconhecido? Pense nas ideias-chave que você gostaria de ver associadas a você.
2. Expertise. Toda marca de sucesso envolve a noção de expertise em alguma coisa. Você precisa criar a percepção de que você é muito bom naquilo que faz. Em outras palavras, faça marketing das suas qualidades profissionais.
3. Seu estilo. Não é tanto o que você comunica sobre você, mas sim como o faz. O seu estilo é despojado e criativo, ou elegante e envolvente, ou entusiástico e empreendedor? Seu estilo de fazer as coisas deve ser único, muito pessoal, criando uma espécie de marca registrada.
Depois disso, são as táticas. Considero duas as mais básicas e fundamentais:
1. Estabeleça um perfil no LinkedIn. A mais renomada rede profissional não é apenas um espaço qualificado para você exibir seu currículo, como alguns pensam. É muito mais do que isso. Identifique e associe-se a grupos de pessoas com interesses profissionais comuns. Acompanhe as discussões que rolam nos grupos, e participe do debate fazendo comentários. Inicie discussões sobre tópicos interessantes e/ou controversos, que ajudem a construir melhores práticas. Conecte-se a membros selecionados desses grupos. Procure também pessoas com quem já trabalhou ou estudou.
2. Crie um blog profissional. Pode ser que você seja um consultor independente ou empresa pequenininha, e pense que não tem um portfólio de clientes ou serviços que justifique um site. Então monte um blog para abordar assuntos da sua área de atuação e, com isso, firmar sua opinião. Potenciais clientes ou parceiros interessados em fazer negócios com você terão uma amostra da sua visão de mundo. No blog, não se esqueça de colocar link para seus perfis no LinkedIn, Twitter, Facebook etc., deixando de fora coisas mais pessoais como Orkut.
Com pelo menos isso, você já passa a “existir”. Vale lembrar que, hoje, se você vai contratar algum profissional ou empresa, a primeira providência é checar no Google o que dizem a respeito dele. É uma espécie de “referência virtual”. Muitas citações relevantes conferem uma maior credibilidade. Claro, não é só porque o profissional tem um belo site que será considerado bom, da mesma forma que existem milhares de outros profissionais excelentes que não aparecem nos radares do Google. Mas, em uma época em que praticamente tudo se dá online, estar na web pode ajudar a firmar seu personal branding.

Fonte:Portal Exame

Nova Lista Negra das Lojas Virtuais : Não compre aqui!!




e-commercegirl_e-bit
e-bit Informação é uma empresa com informações do comércio eletrônico fundada em 1999, pioneira na realização de pesquisas sobre hábitos e tendências de e-commerce no Brasil. Desde o início, a e-bit conta com o apoio de parceiros conveniados, são cerca de 2.000 lojas virtuais nacionais que asseguram credibilidade e qualidade nos serviços prestados. Ao mesmo tempo em que busca oferecer aos consumidores uma opção rápida, segura e divertida para fazer suas compras, a e-bit também oferece meios para auxiliar empresas a atrair, manter e rentabilizar seus clientes, alavancando a utilização da Internet como um poderoso canal de relacionamento.
O e-bit ainda tem o e-bit alerta que  é um serviço gratuito oferecido pela e-bit aos internautas, que disponibiliza informações das avaliações das lojas conveniadas ao Programa bitConsumidor, realizadas pelos e-consumidores que colaboram para tornar a internet ainda mais segura.
A lista negra divulgada pela e-bit tem lojas que não respeitam o consumidor e que não em práticas comerciais confiáveis:
Antes de comprar on-line consulte a lista abaixo: ( lembrando que essa lista muda sempre, porque as lojas que são mencionadas também são notificadas pela e-bit das irregularidades, e se aplicarem as mudanças e passarem nas auditorias elas podem sair da lista… assim como outras lojas podem entrar. – consulte sempre o site  da e-bit ) 
A lista abaixo foi extraída em 08/05/2010 – 3:42PM
araxamagazine.com.br
asrnet.com.br
baurushop.com.br
campinfo.com.br
cartuchocdc.com.br
cucadoida.com.br
degobis.com.br
digitalPlay.com.br
digitalpremium.com.br
eletrosampa.com.br
ibuster.com.br
iguassushop.com.br
kalifashop.com.br
kmisetas.com.br
levata.com.br
livrariadual.com.br
lojadascanecas.com.br
lojasergipana.com.br
lovemania.com.br
maxelInfoshop.com.br
megamatrix.com.br
meganutri.com.br
memorycardusa.com.br
mercadodelivros.com.br
microsigol.com.br
mobishop.com.br
noshop.com.br
novatecinf.com.br
ofertadigital.com.br
olugarcerto.com.br
pentashop.com.br
perfumesreal.com.br
portal1000.com.br
planetaofertas.com.br
remedioemagrecer.com
rotiroti.com.br
sbcfast.com.br
sbsmotos.com.br
shopenterprise.com.br
tedaimportados.com.br
tonnenxovais.com.br
uke.com.br
viadecompra.com.br
viaeletro.com.br
vibemalabares.com
virtualrubs.com.br
Fonte: EcommerceGirl              

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Divulgado cartaz de filme que conta a história do jovem John Lennon

'O garoto de Liverpool' mostra adolescente criado pela tia autoritária.

Trama ainda vai mostrar paixão do beatle pela música e amizade com Paul.


'Garoto de Liverpool' conta a história de John Lennon'Garoto de Liverpool' conta a história de John
Lennon (Foto: Divulgação)
Foi divulgado nesta quarta-feira (28) o cartaz nacional do filme "O garoto de Liverpool", que mostra a juventude do beatle John Lennon. O filme está programado para estrear no Brasil dia 1º de outubro.
O roteiro de "Nowhere boy", que traz Aaron Johnson no papel principal, foi escrito por Matt Greenhalgh (de "Control") e detalha a história de Lennon como um adolescente solitário, abandonado por sua mãe e criado por uma tia autoritária (Kristin Scott Thomas).
Seu ídolo é Elvis Presley, sua válvula de escape, a música, além da arte e da amizade com Paul McCartney (Thomas Sangster).
"As mulheres da juventude de John literalmente formaram a pessoa em que ele se transformou", disse a diretora, a artista plástica Sam Taylor-Wood, na época do início das filmagens."Os pontos fortes e fracos de seus relacionamentos são centrais neste filme."

Fonte: G1

sábado, 24 de julho de 2010

Funcionários driblam empresas para acessar sites bloqueados


“Passagem de ônibus: R$ 3,20. Uniforme: R$ 30,00. Twittar no computador da firma com seu chefe do lado não tem preço...” (sic). Esse tweet foi postado pelo auxiliar de escritório Rodrigo Santos, de 21 anos, por meio de um aplicativo chamado Spreadtweet. O programa simula uma planilha do Excel e, com ele, é possível tuitar, ver o que outros usuários escreveram sobre você e enviar mensagens diretas na rede social: tudo isso sem ser notado pelos colegas sentados a uma baia de distância.

Como Rodrigo, há uma série de funcionários de empresas com políticas rígidas de acesso a redes sociais que arrumam um jeito de burlar o sistema e acessar Orkut, Windows Live Messenger, Facebook e outros serviços proibidos. O fato é que, por mais que as empresas tentem impedir, é difícil desconectar totalmente os internautas das redes sociais – aliás, de acordo com pesquisa da Nielsen, 86% dos brasileiros acessam sites de relacionamento.

O analista de suporte F.T., de 23 anos (que não quis ter o nome divulgado), usa acesso remoto para acessar fóruns e o serviço de e-mail particular. Ou seja, estando na empresa, ele conseguia acessar o computador de casa, que deixava ligado, para acessar o que quisesse. “Ficava difícil identificar esse tipo de prática, pois a empresa prestava serviços de suporte. Logo não dava para saber quando estava sendo usado a trabalho e quando era utilizado para burlar.”

Também do clube dos excluídos, o analista de redes F.Z.,  de 21 anos, do próprio trabalho, usa a conexão 3G e um notebook para acessar os serviços bloqueados na sua empresa (portais de conteúdo como o UOL, serviços de busca, Orkut e e-mail pessoal).

De acordo com Adriana Cambiaghi, gerente de marketing da Robert Half, uma empresa na área de recrutamento, o bloqueio de alguns sites e redes sociais é predominante em empresas de pequeno e médio porte. “Há um grande medo quanto à diminuição da produtividade. À medida que pessoas da nova geração [que tem mais familiaridade com a internet] passarem a comandar empresas desse porte, haverá uma mudança de mentalidade”.

Como universidades e empresas costumam bloquear o acesso a certos serviços, os usuários procuram um jeito de enviar e-mails de sua conta pessoal ou até mesmo responder scraps no Orkut.

Algumas formas utilizadas:

WebProxy – são sites que, ao digitar um endereço de um serviço bloqueado, conseguem enganar alguns sistemas de segurança das empresas. Com eles, é possível, por exemplo, acessar Orkut e Facebook. Na internet há vários webproxies. No entanto, o uso desse tipo de artifício pode instalar algum tipo de software malicioso no computador de quem usar.

Serviços alternativos – algumas instituições bloqueiam a instalação de certos programas, como o Windows Live Messenger. Para burlar, internautas para falar com seus contatos usam serviços como o Meebo, ILoveIM, MSN2Go, entre outros. Há também o caso do SpreadTweet, que permite que usuários do Twitter se conectem a uma interface parecida com uma planilha de Excel. O programa tem versões que simulam o Microsoft Excel 2003, 2007 e versão do editor de planilhas para o Mac.

Acesso remoto – geralmente usado por quem tem conhecimentos avançados de rede, o acesso remoto funciona da seguinte maneira: a pessoa, antes de sair de casa, deixa o computador com internet ligado. Ao chegar na empresa, ele usa aplicações como a “Conexão de Área de Trabalho Remota” do Windows, que funciona como uma espécie de ponte entre a estação que utiliza no trabalho com o PC que ficou em casa ligado. Dessa forma, é possível que o usuário acesse o que quiser. Há outros programas como o TightVNC ou o LogmeIn que realizam funções semelhantes.

Pelo celular ou conexão 3G – usuários que tenham smartphone com banda larga móvel podem acessar facilmente e-mail, redes sociais ou serviços de mensagem instantânea, desde que haja sinal disponível. Algumas operadoras, mesmo para celulares sem tecnologia 3G, oferecem planos para contratar pacotes para acesso a certos serviços. A Vivo, por exemplo, tem um serviço chamado VivoOn que, com uma recarga mensal de R$ 25, permite acesso ilimitado a redes sociais.
Fonte: Portal Jornale

Índia apresenta tablet de US$ 35


Aparelho móvel é destinado a estudantes indianos.
Produto roda Linux, tem tecla touchscreen e conexão Wi-Fi.
O governo indiano apresentou nesta quinta-feira (22) um tablet que será usado por estudantes da Índia a partir do ano que vem. O aparelho portátil, semelhante ao iPad, da Apple, custará em torno de US$ 35.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento de Resurmos Humanos indiano, Kapil Sibal, o governo vai subsidiar 50% do custo do produto, que custará então cerca de US$ 17 para os estudantes.
Ministro indiano Kapil Sibal mostra mostra tablet de US$ 35 destinado a estudantes da Índia.Ministro indiano Kapil Sibal mostra mostra tablet de US$ 35 destinado a estudantes da Índia. (Foto: AFP)
O aparelho, com tela touchscreen, conexão Wi-Fi e sistema operacional baseado em Linux foi desenvolvido em colaboração com especialistas de institutos de tecnologia de diversas cidades indiana, se tiver apoio de grandes companhias, poderá ser produzido em massa.
Com parcerias, o governo indiano pretende ter tablets com preços ainda mais populares, chegando a US$ 10.

Fonte :G1

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Otimização de Sites e relação com links patrocinados


O óbvio: otimização de sites representa uma economia!
Links patrocinados são os links que aparecem do lado direito e no topo das páginas dos buscadores, aproveitando que se deseja comprar esses espaços para destacar os sites. A figura  abaixo destaca essas posições.
links patrocinados: topo e coluna lateral
O Google, pensando nisso, usou a estratégia de colocar os sites mais visitados através dos links patrocinados, no topo da busca orgânica. Em praticamente todas as buscas realizadas nesse buscador, aparece no topo dois ou três links patrocinados. Esses sites são os que recebem pelo menos 5% de cliques nos links patrocinados, também não tem nenhuma mágica. Outros sites usam a mesma estratégia, como o Yahoo. O fato é que eles querem faturamento e o Google já fatura cerca de R$ 300 milhões por ano só com os links patrocinados no Brasil (dados de 2008).
Tudo isso é bom para o Google, mas não é bom para o seu bolso, pois se pensarmos, se existe a possibilidade de estar na busca orgânica de graça, gerando 50 vezes mais tráfego e, consequentemente 50 vezes mais possibilidade de gerar negócio, por que fazer publicidade nos links patrocinados?
Otimização de sites visa melhorar não somente o posicionamento nos buscadores, mas fundamentalmente contribuir para que os custos com publicidade digital sejam severamente diminuídos. A otimização, portanto, é um item que aliado a um bom design, navegabilidade e, principalmente, visibilidade dos sites, pode contribuir de maneira sinificativa para o sucesso dos sites.
Otimização de Sites ou Links Patrocinados?
Chega um momento de dúvida: ter ou não uma campanha de Links patrocinados? Investir ou não em Otimização de Sites? Vamos tentar esclarecer essa dúvida, comparando a otimização com os links patrocinados.
Otimização de Sites
Links Patrocinados
Resultado
Os resultados são democráticos em função da classificação nos sistemas de busca. É controlado pela relevância do conteúdo e pela popularidade do site.
O resultado se dá em função de um leilão de palavras-chave.
Custo
Não tem custo por clique.
Possui custo por clique e em alguns casos pode consumir uma boa soma mensal de recursos financeiros destinados ao patrocínio do site.
Branding
Maior valorização da marca da empresa através da classificação natural, atraindo cerca de 98% dos cliques.
O Google surge como um indicador de relevância no momento em que uma página passa a ocupar um bom posicionamento em sua busca. É como se estivesse indicando que os primeiros colocados fossem os líderes de mercado ou os melhores daquela categoria específica.
Menor valorização da marca por se tratar de natureza comercial. Somente 2% dos cliques são destinados a esses links, o que torna esse tipo de publicidade muito inferior aos links da busca natural. Reforço de marca = zero.
Valorização no Tempo
Apresenta uma certa dificuldade e lentidão no posicionamento do site entre os primeiros colocados para as palavras-chave, pois é feito através de uma técnica.
É uma boa alternativa para as palavras muito concorridas, pois podem ser compradas e o Google apresenta uma boa solução para palavras relacionadas ao termo principal de busca.
Retorno
Retorno Contínuo de médio e longo prazos.
Retorno imediato após a aprovação do anúncio.
Resultados tangíveis e intangíveis fortemente atrelados ao aumento da visitação do site.
O retorno depende do grau de investimento na compra de palavras-chave do leilão.
Técnica
Baseia-se na técnica de programação e/ou reprogramação do site e seu conteúdo. A qualidade tanto do conteúdo quanto da programação tem que ser de excelência para que o site seja bem ranqueado.
Baseia-se na propaganda com anúncios. A qualidade do conteúdo e do site nem sempre é o fator primordial.
Tipo de acompanhamento
Acompanhamento mensal, através do monitoramento das mudanças feitas pelos concorrentes.
Acompanhamento diário dos termos do leilão.

Um dos aspectos mais relevantes da otimização de sites em relação aos links patrocinados é a Credibilidade que a busca orgânica passa em relação à publicidade paga. Mesmo que o link seja apresentado em destaque no topo da página de busca, ele sempre aparece dentro de um retângulo indicando que alguém comprou aquele espaço.
Em termos de reforço de marca, é praticamente nulo, mas não deixa de ser uma opção, principalmente quando se deseja fazer uma promoção de um produto ou serviço por curto espaço de tempo. Mas ter um projeto de divulgação de um site em links patrocinados é, no mínimo, um desperdício de recursos, pois o investimento em otimização de sites se paga rapidamente, através da economia que pode ser conseguida em não se fazer campanha em links patrocinados.
Para efeito de promoção, uma coisa complementa a outra, ou seja, ter um site bem posicionado para os termos principais a qual o site concorre e, ao mesmo tempo fazer campanha em links patrocinados para os termos menos valorizados, digamos assim, é complementar à otimização.
Não se pode descartar em nenhuma hipótese a força dos links patrocinados, mas não se pode deixar de lado a otimização, pois será esta que proporcionará um retorno garantido de médio e longo prazos.
Os links patrocinados têm sua relevância em duas situações: a primeira delas é quando se deseja fazer algum tipo de promoção de serviço ou produto; a segunda é quando se deseja lançar um site, ou até mesmo um produto ou serviço. Mas manter um site permanentemente nos links patrocinados como estratégia para gerar negócios, é desperdiçar dinheiro e não é pouco, se pensarmos que se um clique custar, digamos, R$ 0,50 e tivermos 100 cliques por dia, serão R$ 50,00 por dia, ou R$ 1.500,00 por mês, R$ 18.000,00 por ano. Estamos falando de apenas 100 cliques por dia, imagine 1.000 cliques, 5.000 cliques e assim por diante. Some isso e terá uma pequena fortuna transferida para o Google.
Mas o Google é incisivo em seu marketing, diz que os CPC (Custo por clique) começam com R$ 0,05 (cinco centavos). Claro, pra quê assustar o cliente logo de cara? Agora, pergunte pra quem anuncia flores, por exemplo, quanto chega a custar um único clique. É comum o CPC para flores atingir R$ 3,00. Para segurança patrimonial é perfeitamente normal um CPC de R$ 2,67 sem contar outros exemplos, todos passando de R$ 0,50.
O Google possui uma página onde é possível estimar o CPC, basta acessar https://adwords.google.com/select/TrafficEstimatorSandbox.
Fizemos um teste com dois termos para exemplificar que não sai tão barato assim, acompanhe:
Nesses dois exemplos podemos ter uma idéia do investimento em links patrocinados. Imaginemos que serão 100 cliques por dia.
Para otimização de sites teremos: 100 x 1,41 x 30 = R$ 4.230,00 por mês, pelo menos.
Para criação de sites teremos: 100 x 2,29 x 30 = R$ 6.870,00 por mês, pelo menos.
No meu entender, isso é absurdamente caro, e o pior: para ter 2% de visualização.
Mas ai você pode dizer: "ah, mas 100 cliques é muito, pra mim bastam 50 cliques!". Tudo bem,  a taxa de efetividade de cliques em links patrocinados varia entre 16 e 20%. Quer dizer, com 50 cliques você tem a possibilidade de fechar dez negócios por dia. Veja bem, possibilidade. Isto não significa que vai fechar os dez negócios, estamos falando de conversão. Essa conversão pode ser apenas um preenchimento de formulário de contato, não necessariamente uma venda ou fechamento de contrato. É necessário analisar se desses cliques que resultaram em conversão, quantos deles efetivamente resultaram numa venda ou fechamento de contrato. E mais, tem-se que verificar se o lucro desse ou desses negócios resultantes, ao menos pagam a campanha de links patrocinados.
Entre R$ 0,05 e R$ 0,20 é até viável fazer publicidade nos links patrocinados para sites institucionais, a partir disso é preciso analisar a viabilidade de se ter um site nesse tipo de publicidade. Para sites de vendas de produtos, a conta é um pouco mais complicada, pois tem-se que analisar se o lucro líquido sobre a venda daquele produto paga o preço da publicidade.
Se for, por exemplo, um site que vende imóveis e tem dezenas de anúncios diferentes, um para cada palavra-chave e consegue vender vários imóveis todos os meses, a questão é outra, pois o valor de um imóvel é bem diferente de uma placa-mãe, por exemplo. Dependendo do valor do imóvel, a comissão sobre a venda pode chegar a dezenas de milhares de reais. Já uma placa-mãe, ganha-se alguns dólares.
A não ser construtoras muito grandes, não conheço nenhuma imobiliária que consiga manter dezenas de palavras-chave nos links patrocinados, e mesmo as imobiliárias que anunciam nesse tipo de mídia o fazem de forma errada, é só procurar por imóvel no Google para ter uma idéia. A maioria delas usa o Google para fazer anúncio institucional do tipo "encontre aqui seu imóvel", quando deveriam anunciar um imóvel específico, buscando o perfil do consumidor para aquele tipo de imóvel. Faltam, além de um planejamento de marketing, um planejamento de mídia.
Se usam o Google para fazer anúncio institucional estão desperdiçando esforço e dinheiro, pois, como já sabemos, a visualização dos links patrocinados é muito inferior à busca orgânica.
Uma pergunta óbvia seria se perguntar quanto de receita está sendo proveniente da Internet e quanto se tem de custo com isso. A receita é a líquida, não a bruta, já que custos com publicidade são um dos itens de investimento de um negócio.
Se a resposta para isso for: estou transferindo meu lucro para o Google, então é hora de começar a pensar em otimização de sites.

Novo game no Facebook faz piada com outros jogos da rede social

 Os usuários do Facebook acabam de ganhar um novo game que satiriza todos os outros games voltados para a rede social mais popular do mundo, com mais de 500 milhões de pessoas.

“O Cow Clicker é um jogo do Facebook sobre jogos do Facebook. É em parte uma sátira, e em parte de uma teoria sobre os jogos sociais de hoje, e em parte um exemplo sincero desse gênero”, explicou Ian Bogost, o criador do game.

No título, os jogadores ganham uma vaca, e devem convidar outros amigos-jogadores a clicar em mais vacas. Após seis horas, o jogador poderá clicar no animal novamente. E ao clicar na vaquinha, o usuário ganha mais cliques para continuar clicando no bovino.

Além disso, é possível comprar vacas “premium” com pagamentos com a moeda do jogo – chamada Mooney (uma brincadeira com o mugido da vaca e o termo dinheiro, em inglês). Além disso, é possível publicar atualizações sobre sua performance no game e conferir os “avanços” dos amigos com suas próprias vacas.

Qualquer semelhança com sucessos da rede, como o fenômeno "Farmville", não é mera coincidência.

Fonte: G1