sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Você existe online?

por Mariela Castro

Como a maioria das pessoas com acesso à internet, você certamente já teve curiosidade de digitar seu nome no Google para ver onde e como você é mencionado. Pode ter a satisfação de perceber que seu nome está em muitos lugares, com menções profissionais honrosas, ou pode descobrir que você praticamente não existe no mundo online – nas raras vezes em que é citado, é sempre em tópicos irrelevantes.
Como isso ocorre? Em primeiro lugar, o resultado no Google – qualquer que seja ele – é fruto unicamente do que você quis construir como sua imagem, como sua persona, termo da psicologia que se traduz como o jeito como desejo que os outros me percebam.
O segundo ponto é que você pode ampliar consistentemente sua presença online com ações simples focadas em personal branding.
Antes de mais nada, você precisa definir três ingredientes, que são as suas marcas pessoais:
1. Que apito você toca. Como você quer ser reconhecido? Pense nas ideias-chave que você gostaria de ver associadas a você.
2. Expertise. Toda marca de sucesso envolve a noção de expertise em alguma coisa. Você precisa criar a percepção de que você é muito bom naquilo que faz. Em outras palavras, faça marketing das suas qualidades profissionais.
3. Seu estilo. Não é tanto o que você comunica sobre você, mas sim como o faz. O seu estilo é despojado e criativo, ou elegante e envolvente, ou entusiástico e empreendedor? Seu estilo de fazer as coisas deve ser único, muito pessoal, criando uma espécie de marca registrada.
Depois disso, são as táticas. Considero duas as mais básicas e fundamentais:
1. Estabeleça um perfil no LinkedIn. A mais renomada rede profissional não é apenas um espaço qualificado para você exibir seu currículo, como alguns pensam. É muito mais do que isso. Identifique e associe-se a grupos de pessoas com interesses profissionais comuns. Acompanhe as discussões que rolam nos grupos, e participe do debate fazendo comentários. Inicie discussões sobre tópicos interessantes e/ou controversos, que ajudem a construir melhores práticas. Conecte-se a membros selecionados desses grupos. Procure também pessoas com quem já trabalhou ou estudou.
2. Crie um blog profissional. Pode ser que você seja um consultor independente ou empresa pequenininha, e pense que não tem um portfólio de clientes ou serviços que justifique um site. Então monte um blog para abordar assuntos da sua área de atuação e, com isso, firmar sua opinião. Potenciais clientes ou parceiros interessados em fazer negócios com você terão uma amostra da sua visão de mundo. No blog, não se esqueça de colocar link para seus perfis no LinkedIn, Twitter, Facebook etc., deixando de fora coisas mais pessoais como Orkut.
Com pelo menos isso, você já passa a “existir”. Vale lembrar que, hoje, se você vai contratar algum profissional ou empresa, a primeira providência é checar no Google o que dizem a respeito dele. É uma espécie de “referência virtual”. Muitas citações relevantes conferem uma maior credibilidade. Claro, não é só porque o profissional tem um belo site que será considerado bom, da mesma forma que existem milhares de outros profissionais excelentes que não aparecem nos radares do Google. Mas, em uma época em que praticamente tudo se dá online, estar na web pode ajudar a firmar seu personal branding.

Fonte:Portal Exame

Nova Lista Negra das Lojas Virtuais : Não compre aqui!!




e-commercegirl_e-bit
e-bit Informação é uma empresa com informações do comércio eletrônico fundada em 1999, pioneira na realização de pesquisas sobre hábitos e tendências de e-commerce no Brasil. Desde o início, a e-bit conta com o apoio de parceiros conveniados, são cerca de 2.000 lojas virtuais nacionais que asseguram credibilidade e qualidade nos serviços prestados. Ao mesmo tempo em que busca oferecer aos consumidores uma opção rápida, segura e divertida para fazer suas compras, a e-bit também oferece meios para auxiliar empresas a atrair, manter e rentabilizar seus clientes, alavancando a utilização da Internet como um poderoso canal de relacionamento.
O e-bit ainda tem o e-bit alerta que  é um serviço gratuito oferecido pela e-bit aos internautas, que disponibiliza informações das avaliações das lojas conveniadas ao Programa bitConsumidor, realizadas pelos e-consumidores que colaboram para tornar a internet ainda mais segura.
A lista negra divulgada pela e-bit tem lojas que não respeitam o consumidor e que não em práticas comerciais confiáveis:
Antes de comprar on-line consulte a lista abaixo: ( lembrando que essa lista muda sempre, porque as lojas que são mencionadas também são notificadas pela e-bit das irregularidades, e se aplicarem as mudanças e passarem nas auditorias elas podem sair da lista… assim como outras lojas podem entrar. – consulte sempre o site  da e-bit ) 
A lista abaixo foi extraída em 08/05/2010 – 3:42PM
araxamagazine.com.br
asrnet.com.br
baurushop.com.br
campinfo.com.br
cartuchocdc.com.br
cucadoida.com.br
degobis.com.br
digitalPlay.com.br
digitalpremium.com.br
eletrosampa.com.br
ibuster.com.br
iguassushop.com.br
kalifashop.com.br
kmisetas.com.br
levata.com.br
livrariadual.com.br
lojadascanecas.com.br
lojasergipana.com.br
lovemania.com.br
maxelInfoshop.com.br
megamatrix.com.br
meganutri.com.br
memorycardusa.com.br
mercadodelivros.com.br
microsigol.com.br
mobishop.com.br
noshop.com.br
novatecinf.com.br
ofertadigital.com.br
olugarcerto.com.br
pentashop.com.br
perfumesreal.com.br
portal1000.com.br
planetaofertas.com.br
remedioemagrecer.com
rotiroti.com.br
sbcfast.com.br
sbsmotos.com.br
shopenterprise.com.br
tedaimportados.com.br
tonnenxovais.com.br
uke.com.br
viadecompra.com.br
viaeletro.com.br
vibemalabares.com
virtualrubs.com.br
Fonte: EcommerceGirl              

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Divulgado cartaz de filme que conta a história do jovem John Lennon

'O garoto de Liverpool' mostra adolescente criado pela tia autoritária.

Trama ainda vai mostrar paixão do beatle pela música e amizade com Paul.


'Garoto de Liverpool' conta a história de John Lennon'Garoto de Liverpool' conta a história de John
Lennon (Foto: Divulgação)
Foi divulgado nesta quarta-feira (28) o cartaz nacional do filme "O garoto de Liverpool", que mostra a juventude do beatle John Lennon. O filme está programado para estrear no Brasil dia 1º de outubro.
O roteiro de "Nowhere boy", que traz Aaron Johnson no papel principal, foi escrito por Matt Greenhalgh (de "Control") e detalha a história de Lennon como um adolescente solitário, abandonado por sua mãe e criado por uma tia autoritária (Kristin Scott Thomas).
Seu ídolo é Elvis Presley, sua válvula de escape, a música, além da arte e da amizade com Paul McCartney (Thomas Sangster).
"As mulheres da juventude de John literalmente formaram a pessoa em que ele se transformou", disse a diretora, a artista plástica Sam Taylor-Wood, na época do início das filmagens."Os pontos fortes e fracos de seus relacionamentos são centrais neste filme."

Fonte: G1

sábado, 24 de julho de 2010

Funcionários driblam empresas para acessar sites bloqueados


“Passagem de ônibus: R$ 3,20. Uniforme: R$ 30,00. Twittar no computador da firma com seu chefe do lado não tem preço...” (sic). Esse tweet foi postado pelo auxiliar de escritório Rodrigo Santos, de 21 anos, por meio de um aplicativo chamado Spreadtweet. O programa simula uma planilha do Excel e, com ele, é possível tuitar, ver o que outros usuários escreveram sobre você e enviar mensagens diretas na rede social: tudo isso sem ser notado pelos colegas sentados a uma baia de distância.

Como Rodrigo, há uma série de funcionários de empresas com políticas rígidas de acesso a redes sociais que arrumam um jeito de burlar o sistema e acessar Orkut, Windows Live Messenger, Facebook e outros serviços proibidos. O fato é que, por mais que as empresas tentem impedir, é difícil desconectar totalmente os internautas das redes sociais – aliás, de acordo com pesquisa da Nielsen, 86% dos brasileiros acessam sites de relacionamento.

O analista de suporte F.T., de 23 anos (que não quis ter o nome divulgado), usa acesso remoto para acessar fóruns e o serviço de e-mail particular. Ou seja, estando na empresa, ele conseguia acessar o computador de casa, que deixava ligado, para acessar o que quisesse. “Ficava difícil identificar esse tipo de prática, pois a empresa prestava serviços de suporte. Logo não dava para saber quando estava sendo usado a trabalho e quando era utilizado para burlar.”

Também do clube dos excluídos, o analista de redes F.Z.,  de 21 anos, do próprio trabalho, usa a conexão 3G e um notebook para acessar os serviços bloqueados na sua empresa (portais de conteúdo como o UOL, serviços de busca, Orkut e e-mail pessoal).

De acordo com Adriana Cambiaghi, gerente de marketing da Robert Half, uma empresa na área de recrutamento, o bloqueio de alguns sites e redes sociais é predominante em empresas de pequeno e médio porte. “Há um grande medo quanto à diminuição da produtividade. À medida que pessoas da nova geração [que tem mais familiaridade com a internet] passarem a comandar empresas desse porte, haverá uma mudança de mentalidade”.

Como universidades e empresas costumam bloquear o acesso a certos serviços, os usuários procuram um jeito de enviar e-mails de sua conta pessoal ou até mesmo responder scraps no Orkut.

Algumas formas utilizadas:

WebProxy – são sites que, ao digitar um endereço de um serviço bloqueado, conseguem enganar alguns sistemas de segurança das empresas. Com eles, é possível, por exemplo, acessar Orkut e Facebook. Na internet há vários webproxies. No entanto, o uso desse tipo de artifício pode instalar algum tipo de software malicioso no computador de quem usar.

Serviços alternativos – algumas instituições bloqueiam a instalação de certos programas, como o Windows Live Messenger. Para burlar, internautas para falar com seus contatos usam serviços como o Meebo, ILoveIM, MSN2Go, entre outros. Há também o caso do SpreadTweet, que permite que usuários do Twitter se conectem a uma interface parecida com uma planilha de Excel. O programa tem versões que simulam o Microsoft Excel 2003, 2007 e versão do editor de planilhas para o Mac.

Acesso remoto – geralmente usado por quem tem conhecimentos avançados de rede, o acesso remoto funciona da seguinte maneira: a pessoa, antes de sair de casa, deixa o computador com internet ligado. Ao chegar na empresa, ele usa aplicações como a “Conexão de Área de Trabalho Remota” do Windows, que funciona como uma espécie de ponte entre a estação que utiliza no trabalho com o PC que ficou em casa ligado. Dessa forma, é possível que o usuário acesse o que quiser. Há outros programas como o TightVNC ou o LogmeIn que realizam funções semelhantes.

Pelo celular ou conexão 3G – usuários que tenham smartphone com banda larga móvel podem acessar facilmente e-mail, redes sociais ou serviços de mensagem instantânea, desde que haja sinal disponível. Algumas operadoras, mesmo para celulares sem tecnologia 3G, oferecem planos para contratar pacotes para acesso a certos serviços. A Vivo, por exemplo, tem um serviço chamado VivoOn que, com uma recarga mensal de R$ 25, permite acesso ilimitado a redes sociais.
Fonte: Portal Jornale

Índia apresenta tablet de US$ 35


Aparelho móvel é destinado a estudantes indianos.
Produto roda Linux, tem tecla touchscreen e conexão Wi-Fi.
O governo indiano apresentou nesta quinta-feira (22) um tablet que será usado por estudantes da Índia a partir do ano que vem. O aparelho portátil, semelhante ao iPad, da Apple, custará em torno de US$ 35.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento de Resurmos Humanos indiano, Kapil Sibal, o governo vai subsidiar 50% do custo do produto, que custará então cerca de US$ 17 para os estudantes.
Ministro indiano Kapil Sibal mostra mostra tablet de US$ 35 destinado a estudantes da Índia.Ministro indiano Kapil Sibal mostra mostra tablet de US$ 35 destinado a estudantes da Índia. (Foto: AFP)
O aparelho, com tela touchscreen, conexão Wi-Fi e sistema operacional baseado em Linux foi desenvolvido em colaboração com especialistas de institutos de tecnologia de diversas cidades indiana, se tiver apoio de grandes companhias, poderá ser produzido em massa.
Com parcerias, o governo indiano pretende ter tablets com preços ainda mais populares, chegando a US$ 10.

Fonte :G1

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Otimização de Sites e relação com links patrocinados


O óbvio: otimização de sites representa uma economia!
Links patrocinados são os links que aparecem do lado direito e no topo das páginas dos buscadores, aproveitando que se deseja comprar esses espaços para destacar os sites. A figura  abaixo destaca essas posições.
links patrocinados: topo e coluna lateral
O Google, pensando nisso, usou a estratégia de colocar os sites mais visitados através dos links patrocinados, no topo da busca orgânica. Em praticamente todas as buscas realizadas nesse buscador, aparece no topo dois ou três links patrocinados. Esses sites são os que recebem pelo menos 5% de cliques nos links patrocinados, também não tem nenhuma mágica. Outros sites usam a mesma estratégia, como o Yahoo. O fato é que eles querem faturamento e o Google já fatura cerca de R$ 300 milhões por ano só com os links patrocinados no Brasil (dados de 2008).
Tudo isso é bom para o Google, mas não é bom para o seu bolso, pois se pensarmos, se existe a possibilidade de estar na busca orgânica de graça, gerando 50 vezes mais tráfego e, consequentemente 50 vezes mais possibilidade de gerar negócio, por que fazer publicidade nos links patrocinados?
Otimização de sites visa melhorar não somente o posicionamento nos buscadores, mas fundamentalmente contribuir para que os custos com publicidade digital sejam severamente diminuídos. A otimização, portanto, é um item que aliado a um bom design, navegabilidade e, principalmente, visibilidade dos sites, pode contribuir de maneira sinificativa para o sucesso dos sites.
Otimização de Sites ou Links Patrocinados?
Chega um momento de dúvida: ter ou não uma campanha de Links patrocinados? Investir ou não em Otimização de Sites? Vamos tentar esclarecer essa dúvida, comparando a otimização com os links patrocinados.
Otimização de Sites
Links Patrocinados
Resultado
Os resultados são democráticos em função da classificação nos sistemas de busca. É controlado pela relevância do conteúdo e pela popularidade do site.
O resultado se dá em função de um leilão de palavras-chave.
Custo
Não tem custo por clique.
Possui custo por clique e em alguns casos pode consumir uma boa soma mensal de recursos financeiros destinados ao patrocínio do site.
Branding
Maior valorização da marca da empresa através da classificação natural, atraindo cerca de 98% dos cliques.
O Google surge como um indicador de relevância no momento em que uma página passa a ocupar um bom posicionamento em sua busca. É como se estivesse indicando que os primeiros colocados fossem os líderes de mercado ou os melhores daquela categoria específica.
Menor valorização da marca por se tratar de natureza comercial. Somente 2% dos cliques são destinados a esses links, o que torna esse tipo de publicidade muito inferior aos links da busca natural. Reforço de marca = zero.
Valorização no Tempo
Apresenta uma certa dificuldade e lentidão no posicionamento do site entre os primeiros colocados para as palavras-chave, pois é feito através de uma técnica.
É uma boa alternativa para as palavras muito concorridas, pois podem ser compradas e o Google apresenta uma boa solução para palavras relacionadas ao termo principal de busca.
Retorno
Retorno Contínuo de médio e longo prazos.
Retorno imediato após a aprovação do anúncio.
Resultados tangíveis e intangíveis fortemente atrelados ao aumento da visitação do site.
O retorno depende do grau de investimento na compra de palavras-chave do leilão.
Técnica
Baseia-se na técnica de programação e/ou reprogramação do site e seu conteúdo. A qualidade tanto do conteúdo quanto da programação tem que ser de excelência para que o site seja bem ranqueado.
Baseia-se na propaganda com anúncios. A qualidade do conteúdo e do site nem sempre é o fator primordial.
Tipo de acompanhamento
Acompanhamento mensal, através do monitoramento das mudanças feitas pelos concorrentes.
Acompanhamento diário dos termos do leilão.

Um dos aspectos mais relevantes da otimização de sites em relação aos links patrocinados é a Credibilidade que a busca orgânica passa em relação à publicidade paga. Mesmo que o link seja apresentado em destaque no topo da página de busca, ele sempre aparece dentro de um retângulo indicando que alguém comprou aquele espaço.
Em termos de reforço de marca, é praticamente nulo, mas não deixa de ser uma opção, principalmente quando se deseja fazer uma promoção de um produto ou serviço por curto espaço de tempo. Mas ter um projeto de divulgação de um site em links patrocinados é, no mínimo, um desperdício de recursos, pois o investimento em otimização de sites se paga rapidamente, através da economia que pode ser conseguida em não se fazer campanha em links patrocinados.
Para efeito de promoção, uma coisa complementa a outra, ou seja, ter um site bem posicionado para os termos principais a qual o site concorre e, ao mesmo tempo fazer campanha em links patrocinados para os termos menos valorizados, digamos assim, é complementar à otimização.
Não se pode descartar em nenhuma hipótese a força dos links patrocinados, mas não se pode deixar de lado a otimização, pois será esta que proporcionará um retorno garantido de médio e longo prazos.
Os links patrocinados têm sua relevância em duas situações: a primeira delas é quando se deseja fazer algum tipo de promoção de serviço ou produto; a segunda é quando se deseja lançar um site, ou até mesmo um produto ou serviço. Mas manter um site permanentemente nos links patrocinados como estratégia para gerar negócios, é desperdiçar dinheiro e não é pouco, se pensarmos que se um clique custar, digamos, R$ 0,50 e tivermos 100 cliques por dia, serão R$ 50,00 por dia, ou R$ 1.500,00 por mês, R$ 18.000,00 por ano. Estamos falando de apenas 100 cliques por dia, imagine 1.000 cliques, 5.000 cliques e assim por diante. Some isso e terá uma pequena fortuna transferida para o Google.
Mas o Google é incisivo em seu marketing, diz que os CPC (Custo por clique) começam com R$ 0,05 (cinco centavos). Claro, pra quê assustar o cliente logo de cara? Agora, pergunte pra quem anuncia flores, por exemplo, quanto chega a custar um único clique. É comum o CPC para flores atingir R$ 3,00. Para segurança patrimonial é perfeitamente normal um CPC de R$ 2,67 sem contar outros exemplos, todos passando de R$ 0,50.
O Google possui uma página onde é possível estimar o CPC, basta acessar https://adwords.google.com/select/TrafficEstimatorSandbox.
Fizemos um teste com dois termos para exemplificar que não sai tão barato assim, acompanhe:
Nesses dois exemplos podemos ter uma idéia do investimento em links patrocinados. Imaginemos que serão 100 cliques por dia.
Para otimização de sites teremos: 100 x 1,41 x 30 = R$ 4.230,00 por mês, pelo menos.
Para criação de sites teremos: 100 x 2,29 x 30 = R$ 6.870,00 por mês, pelo menos.
No meu entender, isso é absurdamente caro, e o pior: para ter 2% de visualização.
Mas ai você pode dizer: "ah, mas 100 cliques é muito, pra mim bastam 50 cliques!". Tudo bem,  a taxa de efetividade de cliques em links patrocinados varia entre 16 e 20%. Quer dizer, com 50 cliques você tem a possibilidade de fechar dez negócios por dia. Veja bem, possibilidade. Isto não significa que vai fechar os dez negócios, estamos falando de conversão. Essa conversão pode ser apenas um preenchimento de formulário de contato, não necessariamente uma venda ou fechamento de contrato. É necessário analisar se desses cliques que resultaram em conversão, quantos deles efetivamente resultaram numa venda ou fechamento de contrato. E mais, tem-se que verificar se o lucro desse ou desses negócios resultantes, ao menos pagam a campanha de links patrocinados.
Entre R$ 0,05 e R$ 0,20 é até viável fazer publicidade nos links patrocinados para sites institucionais, a partir disso é preciso analisar a viabilidade de se ter um site nesse tipo de publicidade. Para sites de vendas de produtos, a conta é um pouco mais complicada, pois tem-se que analisar se o lucro líquido sobre a venda daquele produto paga o preço da publicidade.
Se for, por exemplo, um site que vende imóveis e tem dezenas de anúncios diferentes, um para cada palavra-chave e consegue vender vários imóveis todos os meses, a questão é outra, pois o valor de um imóvel é bem diferente de uma placa-mãe, por exemplo. Dependendo do valor do imóvel, a comissão sobre a venda pode chegar a dezenas de milhares de reais. Já uma placa-mãe, ganha-se alguns dólares.
A não ser construtoras muito grandes, não conheço nenhuma imobiliária que consiga manter dezenas de palavras-chave nos links patrocinados, e mesmo as imobiliárias que anunciam nesse tipo de mídia o fazem de forma errada, é só procurar por imóvel no Google para ter uma idéia. A maioria delas usa o Google para fazer anúncio institucional do tipo "encontre aqui seu imóvel", quando deveriam anunciar um imóvel específico, buscando o perfil do consumidor para aquele tipo de imóvel. Faltam, além de um planejamento de marketing, um planejamento de mídia.
Se usam o Google para fazer anúncio institucional estão desperdiçando esforço e dinheiro, pois, como já sabemos, a visualização dos links patrocinados é muito inferior à busca orgânica.
Uma pergunta óbvia seria se perguntar quanto de receita está sendo proveniente da Internet e quanto se tem de custo com isso. A receita é a líquida, não a bruta, já que custos com publicidade são um dos itens de investimento de um negócio.
Se a resposta para isso for: estou transferindo meu lucro para o Google, então é hora de começar a pensar em otimização de sites.

Novo game no Facebook faz piada com outros jogos da rede social

 Os usuários do Facebook acabam de ganhar um novo game que satiriza todos os outros games voltados para a rede social mais popular do mundo, com mais de 500 milhões de pessoas.

“O Cow Clicker é um jogo do Facebook sobre jogos do Facebook. É em parte uma sátira, e em parte de uma teoria sobre os jogos sociais de hoje, e em parte um exemplo sincero desse gênero”, explicou Ian Bogost, o criador do game.

No título, os jogadores ganham uma vaca, e devem convidar outros amigos-jogadores a clicar em mais vacas. Após seis horas, o jogador poderá clicar no animal novamente. E ao clicar na vaquinha, o usuário ganha mais cliques para continuar clicando no bovino.

Além disso, é possível comprar vacas “premium” com pagamentos com a moeda do jogo – chamada Mooney (uma brincadeira com o mugido da vaca e o termo dinheiro, em inglês). Além disso, é possível publicar atualizações sobre sua performance no game e conferir os “avanços” dos amigos com suas próprias vacas.

Qualquer semelhança com sucessos da rede, como o fenômeno "Farmville", não é mera coincidência.

Fonte: G1

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Google anuncia modificações no Buzz por problema de confidencialidade

Serviço lançado na terça (9) é uma espécie de Twitter turbinado no e-mail.
Empresa anunciou que acrescentará possibilidade de bloquear seguidores.

O Google anunciou modificações em seu novo serviço de rede social Buzz após receber queixas dos internautas sobre a falta de proteção da confidencialidade de sua correspondência. A informação é da equipe encarregada do funcionamento do Gmail.

Desde o anúncio do Google Buzz na terça-feira (9), o novo serviço que dá um toque de rede social ao Gmail está entre os principais tópicos de discussão do Twitter. No dia seguinte ao lançamento, Google Buzz ainda era o segundo termo mais twittado no serviço de microblog. Mas, desde o lançamento, os usuários começaram a se queixar da falta de confidencialidade.

Em resposta às críticas, o Google anunciou várias mudanças no serviço, com a aplicação de uma opção mais visível para não mostrar no perfil do usuário a lista de quem ele segue ou a de seus seguidores.

A empresa também anunciou que acrescentará a possibilidade de bloquear os seguidores.


Burburinho
Em relatório divulgado no dia seguinte ao lançamento do Google, a companhia de análise Parnassus Group revelou que os termos mais frequentemente associados em resposta ao Google Buzz eram Twitter e Facebook – justamente os rivais alvos da companhia de busca com esse lançamento.

Foto: Reprodução

Google Buzz integra vídeos, fotos, links e atualizações de status ao Gmail. (Foto: Reprodução)

Apesar do burburinho, a chegada do Buzz não causou a comoção alcançada por outros lançamentos recentes, incluindo aí o Nexus One, primeiro smartphone do Google. “O volume global de conversa gerada [pelo Google Buzz] é de cerca de metade do gerado pelo lançamento do Nexus One e um décimo do alcançado com o anúncio do iPad”, escreveu Parnassus fundador do grupo, Steve Broback, de acordo com o “Los Angeles Times”.

O certo é que o Google Buzz está dividindo as opiniões na web. Há quem aprove e quem torça o nariz para o serviço que incorpora ao Gmail funções de compartilhamento de fotos e vídeos, além de status, tornando-o mais parecido com redes sociais, como Facebook e Twitter.


Foto: Reprodução

Ferramenta permite mostrar imagens de sites ao digitar o link da página relacionada. (Foto: Reprodução)


Alguns questionaram a funcionalidade que permite seguir e ser seguido automaticamente quando o usuário se conecta pela primeira vez ao Google Buzz. O site “Business Insider”, por exemplo, considerou o recurso uma “enorme falha de privacidade”, já que qualquer pessoa poderá ter acesso a quem um usuário segue ou por quem ele é seguido.

“Em outras palavras, antes de sequer tocar nas configurações do Google Buzz, alguém poderia visitar o seu perfil e ver quem são as pessoas com quem você conversa e troca e-mails”, ponderou o site, acrescentando que a falta de privacidade pode ter “terríveis consequências”.

“Imagine se uma mulher descobre uma tonelada de e-mails e bate-papos de seu marido com uma antiga namorada. Imagine um patrão descobrir a troca de e-mails de um subordinado com executivos de uma empresa concorrente”, completou.

Foto: Reprodução

Desde seu lançamento, na terça (9), Google Buzz é um dos tópicos mais comentados do Twitter. (Foto: Reprodução)


Entre os descontentes também estão os rivais Microsoft e Yahoo!. “Pessoas ocupadas não querem outra rede social, o que elas querem é a conveniência de agregação”, disse a Microsoft em um comunicado. “Nós fizemos isso. Os clientes do Hotmail têm se beneficiado com o trabalho da Microsoft com o Flickr, Facebook, Twitter e 75 outros parceiros desde 2008”, completou.

Já o Yahoo! fez questão de lembrar que já tem um produto do gênero chamado Buzz. “Dois anos depois do # Yahoo! ter lançado o # Buzz, vem o Google”, twittou a companhia.


Fonte : G1

Profissional Virtual

  Todos sabemos que o mercado de desenvolvimento web está saturado de empresas e freelancers aventureiros, mas é possível se estabelecer como freelancer se o seu trabalho é de qualidade, empresas e freelances aventureiros não conseguem suprir as necessidades dos clientes a longo prazo, e  com o passar do tempo o próprio mercado vai eliminando estes indivíduos da concorrência deixando para eles apenas os amigos e parentes como cliente .
 Por outro lado, em uma empresa de pequeno porte com  seus chefes formados em  cursos de motivação profissional preferem  pessoas em inicio de formação para molda-lo com papos do tipo: "Tem de ter atitude", mas com o passar do tempo este profissional agora com mais esperiencia percebe que esta sendo sugado e manipulado e toma uma atitude contra a empresa e a seu favor, e se torna um rebelde .
Ser fiel a uma empresa não é tão assustador quando o salário oferecido é compatível com o mercado e com a carga de responsabilidade assumida. A realidade que nos cerca é de empresas enxutas, que sobrecarregam seus funcionários, quase sempre lideradas por pessoas despreparadas, onde o amadorismo e o “jeitinho” são a única lei.
 Este fato é uma constante no mercado, fatores como ambiente de trabalho, perspectivas profissionais( pessoais e da empresa) , e salário  parecem ser a linha divisória entre o freelancer  eo trabalho em empresas, contudo digo que ser freelancer é muito mais complicado, exige organização, diciplina, estudo, marketing pessoal,conhecimentos administrativos , enquanto em uma empresa você apenas executa os projetos.
  Mesmo assim prefiro a liberdade e a guerra de um freelancer , que pode decidir em que projetos quer participar, e não ter que mudar um projeto toda semana porque seu chefe ouviu do primo rico que desenvolveu um software que vende geladeira para esquimo e  via web e emite NFE , desenvolvido  isso em uma semana .

domingo, 7 de fevereiro de 2010

CEO da Sun anuncia demissão pelo Twitter

|  Fonte: Baguete | 
Jonathan Schwartz, CEO da Sun Microsystems, utilizou seu perfil no Twitter para anunciar que se desligará da empresa, nesta quinta-feira, 04.

“Hoje é meu ultimo dia na Sun. Sentirei saudades. Parece apropriado encerrar com um #haiku", twittou fazendo referência aos poemas japoneses de três frases.

Os versos “Financial crisis/ Stalled too many customers/ CEO no more” fez o executivo ganhar destaque na rede de microblog e virar trending topic mundial.

O “New York Times” ressaltou que Schwartz é o primeiro dos 200 executivos da lista da Fortune a usar o Twitter para anunciar sua demissão.

Defensor da Web 2.0, Schwartz foi o primeiro CEO de uma grande empresa a utilizar o formato de blog para anunciar as suas posições e comentários sobre as questões do setor, de acordo com a “Information Week”.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Google Anuncia Acordo com Twitter

Assim como já feito pelo Bing um tempo atrás, o Google anunciou em seu blog oficial  sua parceria com o Twitter, e este feito o eleva no patamar de buscas em tempo real.
Parceria Google Twitter
Sendo assim os tweets irão aparecer nos resultados de busca, porém ainda não sabemos como será aplicado o mecanismo de rankeamento para determinar o quão relevante é um tweet. Terão os tweets page rank? Uma notícia retweetada aparecerá melhor nos resultados de busca? Existe a possibilidade de sites ganharem e perderem relevância de acordo com os tweets, por exemplo, se um blog anuncia uma notícia, que por sua vez é muito retweetada, este site pode ganhar relevância sobre o assunto, e também pode perder esta relevância quando a noticia não for mais propagada.
Essas são questões que só com o tempo poderemos saber, porém já devemos começar a pensar em como tirar proveito disso. Estamos vendo que midias sociais estão cada vez mais fazendo parte do mundo das buscas, e com isso cada vez mais empresas estão entrando nesse ramo, em busca de divulgação de sua marca e produtos.
Comentários e discussões são muito bem vindos!

fonte: Brasil Seo

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

O Google phone dá as caras

O mistério acabou. O Google apresentou na terça-feira o Nexus One, smartphone desenvolvido pela empresa e fabricado pela taiwanesa HTC. O aparelho chega cercado de expectativas e deve ser um concorrente de peso no mercado americano, onde imperam o iPhone, da Apple, e os Blackberry, da Research in Motion.
O grande trunfo do aparelho – além da marca Google – é o processador Snapdragon, da Qualcomm. Com frequência de 1GHz, é o chip para smartphones mais veloz do mercado. Ele não é exclusividade do “Google phone”: já está presente no Toshiba TG01 e no Xperia X10, da SonyEricsson, lançado no fim do ano passado e prometido para o mês que vem.
A combinação do Snapdragon com o inédito sistema operacional Android 2.1 eleva o seu poder de fogo. Em testes feitos por sites especializados em tecnologia, ele superou em velocidade de carregamento concorrentes como o Motorola Milestone e o iPhone.

O líder dos motores de busca e da publicidade na web já estava presente no mercado do telefones multifunção graças ao Android, sistema operacional lançado em outubro de 2008 e que ganhou popularidade ao longo deste ano. O Nexus One será compatível com qualquer rede nos Estados Unidos, a um preço de US$ 580. Esse preço, no entanto, baixa para US$ 180 com a assinatura de um contrato de dois anos com a T-Mobile, filial americana da alemã Deutsche Telekom. A venda é feita pelo site google.com/phone, mas apenas para clientes dos EUA, Reino Unido, Hong Kong e Singapura. Para quem estiver de passagem pela América do Norte e quiser comprá-lo, há uma boa notícia: segundo o Google, tanto o teclado quanto o display estão prontos para trabalhar com o idioma português.


Fonte: Gazeta do Povo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Asus lança seu primeiro notebook 3D


Por Ricardo Marques
O primeiro notebook 3D da Asus, o G51J 3D, conta com tecnologia Nvidia 3D Visione e tela com taxa de atualização de 120Hz. Essas características garantem maior profundidade e realismo aos jogos, aumentando a precisão e controle dos movimentos.
Assim como vem ocorrendo com os testes das transmissões de TV, você vai precisar dos óculos para poder ter a sensação do 3D. Segundo a Asus, já são mais de 400 jogos para PC que já funcionam com o NVIDIA 3D Vision, entre eles o Resident Evil 5, Borderlands, World of Warcraft: Wrath of the Lick King, Batman: Arkham Asylum, e Star Trek D-A-C.
O Asus G51 conta com processador Intel Core i7, Windows 7 Ultimate, memória de 4GB, placa de vídeo GeForce GTX 260M (com 1GB de RAM) e drive de Blu-ray. Neste link, você pode conferir mais detalhes do produto. O preço sugerido é de R$6.999.